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Venarius Topic /4
NPCNome
Fragmento de Memória I"... Uma máquina dourada foi encontrada quebrada nas ruínas de Wraeclast.
Acreditando que ela contém algum segredo obscuro e infernal,
o sumo templário Venarius pediu que a restaurasse
e a transformasse em uma arma, qualquer que fossem os poderes nela contidos..."
Fragmento de Memória XII"... Venarius, aquele miserável... Ele marchou comigo pelas ruas.
Seus homens me espancaram quase até a morte... Eu... Eu disse tudo a ele.
Ele exigiu que eu levasse todos nós às terras dos sonhos para encontrar o Ancião.
Com o dispositivo, entramos no Atlas dos Mundos..."
Fragmento de Memória XIII"... Não demorou muito até que a própria penumbra nos abordasse.
A essência do Ancião exigia de mim, em visões, que eu
lhe dissesse o motivo do meu retorno. Mas antes que eu pudesse responder,
Venarius tomou a frente e saudou o fantasma..."
Fragmento de Memória XIV"... Antes que percebêssemos, estávamos na base daquela efígie blasfema.
"Puxe a espada do meu peito", ordenou o Ancião. Venarius não hesitou.
A terra tremeu com a reunião do Ancião e de seu corpo. A verdade sobre
o Ancião se abateu sobre o sumo templário e seus homens, e quando ele começou a se alimentar, comecei a correr..."
Venarius FlavourText /23
nameflavour
Fragmento de Memória I
BaseItemTypes
"... Uma máquina dourada foi encontrada quebrada nas ruínas de Wraeclast.
Acreditando que ela contém algum segredo obscuro e infernal,
o sumo templário Venarius pediu que a restaurasse
e a transformasse em uma arma, qualquer que fossem os poderes nela contidos..."
Fragmento de Memória XII
BaseItemTypes
"... Venarius, aquele miserável... Ele marchou comigo pelas ruas.
Seus homens me espancaram quase até a morte... Eu... Eu disse tudo a ele.
Ele exigiu que eu levasse todos nós às terras dos sonhos para encontrar o Ancião.
Com o dispositivo, entramos no Atlas dos Mundos..."
Fragmento de Memória XIII
BaseItemTypes
"... Não demorou muito até que a própria penumbra nos abordasse.
A essência do Ancião exigia de mim, em visões, que eu
lhe dissesse o motivo do meu retorno. Mas antes que eu pudesse responder,
Venarius tomou a frente e saudou o fantasma..."
Fragmento de Memória XIV
BaseItemTypes
"... Antes que percebêssemos, estávamos na base daquela efígie blasfema.
"Puxe a espada do meu peito", ordenou o Ancião. Venarius não hesitou.
A terra tremeu com a reunião do Ancião e de seu corpo. A verdade sobre
o Ancião se abateu sobre o sumo templário e seus homens, e quando ele começou a se alimentar, comecei a correr..."
Duelist143
CharacterTextAudio
As lembranças dolorosas são as que nos ensinam, Venarius. Lembre-se disso.
ShaperMemoryFragment1
NPCTextAudio
Sou Valdo Caeserius, arkhon-chefe da academia de Oriath em Teópolis. Sou servo do sumo templário Venarius.

Começo esses escritos como um registro dos eventos ocorridos, na esperança de que a descrição desses horrores ajude a dar sentido aos acontecimentos atuais. Há algum tempo, fui incumbido de consertar um estranho dispositivo entregue a mim. Uma máquina dourada que foi encontrada quebrada nas ruínas de Wraeclast. Acreditando que ela escondia algum segredo sombrio, o sumo templário me pediu para restaurá-la e utilizar quaisquer poderes que ela pudesse conter.

Apesar de não ter dado importância na época, vale notar que minha filha, uma menina tranquila de cinco anos, teve pesadelos e birras como nunca vi durante as semanas em que trabalhei no dispositivo. Presumi que ela sentia falta da mãe e estava passando por uma difícil fase de luto. Agora, porém, não consigo deixar de imaginar se talvez tenha sido um sinal.

Considerei recusar Venarius, embora não tenha levado a sério. Apesar de minhas convicções políticas pessoais permanecerem as mesmas, por várias vezes tive dificuldade em seguir suas instruções e regras, imbuído de tanta malícia e ambição. Lamentavelmente, aceitei suas ordens, pois conheço muitas famílias que já se recusaram a obedecer ao sumo templário. Todas elas desapareceram.
ShaperMemoryFragment4
NPCTextAudio
A penumbra assentiu com uma expressão pensativa. Ela conhecia o dispositivo. A máquina era um portal entre meu mundo e as terras dos sonhos, me disseram. O dispositivo havia se perdido. Ele foi quebrado e destruído por vilões e ladrões. A penumbra ficou radiante ao saber que ele havia sido encontrado e se ofereceu para me ajudar a reconstruir a última peça que faltava.

Parecia bom demais para ser verdade. Abriríamos o portal entre os mundos, e então toda a bondade dessas terras fluiria para Oriath, nos conduzindo a uma nova era de prosperidade. Concordei sem ressalvas, pois temo o que acontecerá com minha filha sob o reinado do sumo templário Venarius. Tudo o que a penumbra me pediu foi que retribuísse o favor quando chegasse a hora.

E enquanto me deitava na grama fresca e me banhava no sol reconfortante, percebi que o sono me envolvia novamente. Desta vez, porém, ao fechar os olhos ali, também os abria na escuridão fria e vazia do meu escritório...
ShaperMemoryFragment5
NPCTextAudio
Semanas se passaram. O Sol se pôs e a Lua nasceu inúmeras vezes. Todas as noites, eu adormecia aos pés do estranho dispositivo e acordava para a realidade de outro mundo dentro do meu. Eu transitava para o reino dos sonhos.

Durante o sono, eu me tornava aprendiz da penumbra, que me ensinava os caminhos daquele lugar estranho. Aprendi a moldar e construir coisas a partir da minha imaginação, formando-as no ar rarefeito, como se por alguma grande maravilha taumatúrgica. Foi por meio desse domínio da mente que, sob suas instruções, comecei a reconstruir o componente que faltava no dispositivo. O mais emocionante de tudo era como transportar tais tesouros fantasmagóricos de volta ao mundo dos homens.

Quando o sumo templário Venarius me visitava durante o horário de Oriath, eu mentia e inventava desculpas. Por arrogância, eu não queria que ele soubesse do poder que eu havia descoberto. Eu queria que essas terras dos sonhos fossem meu segredo, que pertencessem somente a mim. Nem mesmo minha filha poderia saber...
ShaperMemoryFragment9
NPCTextAudio
Chamavam-no de Ancião. Uma criatura de loucura maligna nascida do esquecimento anterior ao próprio tempo. Outrora apenas uma expressão abstrata, ele ganhou forma física. Ele entrou em nosso reino. Forjou para si um amontoado de caos e mundos secretos para usar como uma espécie de... campo de caça. Esse "amontoado" é, sem dúvida, a terra dos sonhos que descobri.

O Ancião veio até aqui por fome. Como preferia vítimas de carne mais jovem, tornou-se o bicho-papão, arrastando nossas crianças para a noite e lançando-as em seu reino de sombras. Banqueteava-se com seus pesadelos sem ser perturbado, pois era a imaginação que verdadeiramente o saciava.

Com tal sustento, o Ancião dignou-se a cultivar algo. Para... sustentar e dar à luz seu verdadeiro objetivo. Seu verdadeiro eu. O Esquecimento de fora do tempo e do espaço. A Decadência.

Pelos deuses... Mesmo agora, enquanto escrevo isso, sinto minha mão tremer e luto para manter minha mente concentrada na tarefa que tenho pela frente... O Ancião. Ele não pode ser morto. Os Observadores construíram o dispositivo para viajar até seu reino de tormento, aprisioná-lo e trazer a lâmina que vi, a Forja Estelar. Uma arma capaz de separar a essência da forma para dar ao Ancião uma espécie de descanso eterno... Lá, em seu covil, cercado pelos pesadelos delirantes de crianças vítimas, o Ancião ficou aprisionado. Faminto. Incapaz de caçar. Mantido em correntes profanas.

A forma do Ancião pode estar aprisionada em pedra, mas sua essência vagueia livremente. Eu a encontrei. Imagina se mais alguém entrasse nas terras dos sonhos e encontrasse a penumbra? E se Venarius...? Meu encontro com o Ancião deve tê-lo revitalizado e renovado seu fervor. Preciso encontrar uma maneira de detê-lo antes que ele encontre um caminho para a liberdade. Se não for por mim, que seja pela minha filha...
ShaperMemoryFragment11
NPCTextAudio
Como pude ser tão estúpido? Estava tão absorto nesse pesadelo que me esqueci do meu trabalho como arkhon! A minha "suposta" falta de progresso no Dispositivo de Mapas despertou suspeitas no sumo templário.

Ao meio-dia, quando eu estava quase terminando, ele e seus guardas interromperam meus experimentos com fúria! Ele jogou minha máquina no chão, destruindo grande parte da minha pesquisa, e exigiu saber por que eu não estava mais concentrado na tarefa que me fora atribuída. Algemado, fui levado para as prisões de Teópolis por insubordinação.

Escrevo isso agora graças à gentileza de um amigo da guarda templária. Ele conhece minha predileção por diários e, assim que soube de minha captura, conseguiu me fornecer um para que eu pudesse rabiscar.

Não sei o que Venarius pretende fazer comigo. Ouvi rumores de humilhação pública e açoites, mas nada disso foi confirmado. O que é certo é que o Ancião está vindo atrás de nós. Ele está vindo atrás de todos nós. Não importa se você é um sumo templário ou o mais humilde dos escravos karui: o Ancião bate à porta. Trazendo a Decadência... Preciso encontrar uma maneira de me libertar destas correntes a todo custo. Só eu posso nos salvar dessa blasfêmia que se abateu sobre Oriath...
ShaperMemoryFragment12
NPCTextAudio
Minha filha... Minha querida filha... Pelos deuses. Tantas coisas aconteceram desde a última vez que escrevi. Tanto horror... Não tenho um minuto a perder, mas preciso... Tenho que... Devo escrever o que aconteceu. É o único jeito de manter minha sanidade. Acredito que estou a salvo por enquanto, então vou descansar e refletir, na esperança de que isso me dê uma nova perspectiva sobre como proceder neste desastre atual.

Venarius, aquele desgraçado... Enfurecido com a minha falta de progresso em suas armas ocultas, ele me fez marchar pelas ruas. "Este homem me traiu!", gritou ele, enquanto seus homens me despiam e me batiam com varas. Quando eu estava no fio da navalha, ele me levou para um canto mais uma vez, exigindo saber por que eu o havia decepcionado. Na minha... Na minha tolice, eu... contei tudo a ele.

Eu esperava apelar para o seu lado bom, para o seu eu superior, para que ele reunisse o exército templário ao meu propósito. Juntos, poderíamos derrotar o Ancião de uma vez por todas! No entanto, nunca se deve apelar para o lado bom de um homem. Ele pode não tê-lo. Venarius... ele... ele levou Zana! Ameaçou-a com uma faca. Exigiu... que eu levasse todos nós para as terras dos sonhos para encontrar o Ancião!

Por favor, quem quer que você seja, não pense mal de mim ao ler isso. Se fosse a vida da sua filha em risco, você teria agido de forma diferente? Eu... fiz o que me pediram. Usando o Dispositivo de Mapas, atravessamos um portal, e eu me vi mais uma vez pisando neste atlas de mundos...
ShaperMemoryFragment13
NPCTextAudio
A terra era tão bela quanto da última vez que a visitei. A brisa ondulava pelos prados e o sol batia suavemente em nossos pescoços. O sumo templário e seus homens se maravilhavam com tamanha beleza. Minha filha chorava de medo. Eu sentia um enjoo terrível.

Enquanto caminhávamos pela mata, não demorou para nos depararmos com a presença avassaladora da própria penumbra. A essência do Ancião permanecia silenciosa diante de nós. Senti seus olhos penetrarem minha pele e exigirem, em visões, que eu lhe contasse o motivo do meu retorno. Antes que eu pudesse responder, no entanto, Venarius deu um passo à frente e saudou o fantasma, lançando suas palavras ao ar:

"Ele me disse que você é o rei desta terra", disse ele. "Meu pobre erudito diz que você está aprisionado e precisa de uma chave".

Enquanto falava, a penumbra permaneceu em silêncio, ouvindo, enquanto exalava um ar de superioridade.

"Eu posso ser a chave de que você precisa", anunciou o sumo templário.

Por mais um instante, a penumbra não respondeu. Uma pausa perversa, pensativa e carregada de significado pairou sobre todos nós. Então, finalmente, projetando uma imagem em nossas mentes, sentimos a penumbra perguntar a Venarius:

"O que desejas?"

O sumo templário sorriu. "Ora, poder, é claro", respondeu ele.
ShaperMemoryFragment14
NPCTextAudio
A penumbra crepitou em uma grande chama brilhante e avançou rapidamente em direção às árvores à frente. O sumo templário nos perseguiu, com seus soldados arrastando minha filha e eu. Reconheci para onde estávamos indo. A floresta estava tão escura quanto eu me lembrava, e a caverna, tão terrível quanto antes. Antes que percebêssemos, estávamos aos pés daquela efígie blasfema, sentada sobre seu altar pagão rudimentar.

"Puxe a espada do meu peito", ordenou o Ancião, e o homem, em toda a sua vaidade, não hesitou por um segundo.

Ele pegou a espada e a puxou para a frente. Um grande terremoto sacudiu a terra! Era como se o próprio chão se encolhesse diante do reencontro do Ancião com seu corpo gélido.

Emergindo da pedra fria, o Ancião se aproximou de todos nós. A lâmina caiu da mão trêmula de Venarius e bateu no chão com estrondo. Uma luz branca no cabo tremeluzia e diminuía até ser finalmente extinta pela grande escuridão de um vazio tentacular.

Percebendo o que significava olhar para o seu rosto, me virei e cobri os olhos de minha filha. Enquanto o verdadeiro escopo do Ancião se abatia sobre o sumo templário e seus homens, eu podia ouvir gritos e balbucios insanos! O Ancião não falava. Visões não mais saíam de sua mente. Ele estava livre. Não precisava mais se comunicar com a humanidade.

Enquanto a suntuosidade da vida se desprendia dos corpos que rapidamente definhavam do sumo templário e de seus homens, preparei a mim e à minha filha para fugir. Enquanto o Ancião começava a se alimentar, faminto após milênios de opressão, peguei o Dispositivo de Mapas que Venarius havia deixado cair e, juntos, corremos...
ShaperMemoryFragment16
NPCTextAudio
Minha querida Zana,

Onde você está agora? Como todo pai, espero que esteja feliz e protegida no lugar mais seguro possível. Que você cresça bondosa e forte, amando e sendo amada. É o maior pesar da minha vida não poder vê-la novamente, mas farei tudo o que puder para protegê-la dos males dessa escuridão exterior.

Falhei com o Ancião. Para ser honesto, nunca tive chance alguma. A criatura era forte e versada demais nas artes da manipulação. Se Venarius não tivesse danificado a arma que construí no dia em que me prendeu no meu escritório, talvez eu pudesse ter aberto um vazio e forçado a criatura a sair de sua casca física e desta realidade. No entanto, não possuo mais tal dispositivo, e o Ancião se alimentou de minha mente tantas vezes que temo não me lembrar de como reconstruí-lo, mesmo que tentasse.

Porém, minha guerra contra a criatura está longe de terminar. Não tenho vantagem alguma. Como um animal encurralado, porém, morderei até morrer. Já tentei dormir e acordar em Oriath muitas vezes. Esperava que uma noite eu pudesse te abraçar novamente. No entanto, em vez do meu escritório, sonho com o nada.

Sei que esta carta talvez nunca chegue até você, mas a escrevo mesmo assim, se não por você, então pela minha própria sanidade frágil. Amo você, minha querida filha, e lhe desejo o melhor, longe de toda essa... escuridão cósmica. Você me encheu de orgulho e considero cada dia uma bênção por poder chamá-la de filha...

Preciso seguir em frente. Preciso continuar lutando. Talvez um dia, se os deuses permitirem, nos veremos novamente. Amo você de todo o meu coração.

Seu pai, Valdo Caeserius
KiracEnterReliquary
NPCTextAudio
O Cofre de Venarius está trancado há anos. Não há como saber o que pode haver nele.
KiracKeyQuest
NPCTextAudio
Dizem que isso foi construído por ordem de um sumo templário anterior chamado Venarius. Se os componentes impossíveis de que precisamos estiverem em algum lugar de nosso domínio mortal, eles estarão no Cofre de Venarius, no relicário.

Precisamos encontrar a chave do cofre. Dominus foi o sumo templário seguinte e declarou heréticas as atividades de seu antecessor, isolando-as como blasfêmias. Com certeza, era só conversa-fiada para que ele pudesse guardar todos os segredos apenas para si. Um homem como ele manteria as chaves por perto. Meu instinto diz que é provável que estejam em seu antigo escritório na corte templária. Vamos lá.
ZanaOnMapDevice
NPCTextAudio
O dispositivo de mapas montado por Kirac é muito semelhante ao que Venarius pediu ao meu pai para construir. Meu pai, muito esperto, conseguiu descobrir algumas otimizações a serem feitas. Tomei a liberdade de aprimorar o seu da mesma forma. Não é nada muito drástico, mas isso vai te ajudar a extrair um pouco mais de recursos de cada mapa.
NilesOutThere
NPCTextAudio
Quando eu era mais novo, servi ao lado de homens muito poderosos. Certo dia, tive acesso a um pensamento errante do sumo templário Venarius. Apenas uma imagem, nada mais, perceptível apenas por causa do medo esmagador que ele sentia naquele momento. Concluí que ele tava louco, pois a imagem que ele tinha em mente era a de uma única joia à deriva em um oceano de loucura. Se eu enxergasse o mundo dessa maneira, seria quase um conforto acreditar em deuses. Pelo menos assim haveria alguém que pudesse se levantar contra a maré... mas mesmo assim... contra o que eu vi...

São só os medos de um velho. Não dê atenção.
HellscapeNPCOtherWraeclasts
NPCTextAudio
Em inúmeras ocasiões, vi o trabalho dos homens ser reduzido a nada pela maré colossal de horror. Em todas as mudanças, só vi uma Wraeclast sobreviver. Era um mundo dominado pela sombra do sumo templário Venarius. Você não vai querer ir até lá, acredite.

Estamos por conta.
HelenaOnZanaCaeserius
NPCTextAudio
Por onde eu começo? Aquela mulher tinha uma vida bem incomum. Quando criança, seu pai recebeu do sumo templário Venarius a tarefa de trabalhar no que se tornaria o dispositivo de mapas. Tanto seu pai quanto o sumo templário acabariam desaparecendo nos portais desse dispositivo, deixando-a órfã. Essa experiência a deixou muito empenhada em aprender os segredos do dispositivo, como você pode imaginar. Foi o trabalho dela que permitiu tudo isso. A base da vanguarda no Atlas. Os esforços contra os loucos Matadores do Ancião. Ela até fez um trabalho inicial com o primeiro exilado que a Conhecedora capturou para ser seu brinquedo. Mas, quando Sirus morreu... ela desistiu. Ela saiu do Atlas e, desde então, não foi mais vista.
HelenaOnVenarius
NPCTextAudio
Infelizmente, eu não sei muito sobre o sumo templário Venarius. A história que estudo geralmente é mais antiga. No entanto, como uma oriatiana, ouvi os mesmos boatos antigos que todo mundo. Se for verdade, foi terrível o que fizeram com a mãe dele...
HelenaOnTheFirstWar
NPCTextAudio
Embora pareça que o controle do Atlas está constantemente em disputa, a primeira guerra pela sua posse não ocorreu há muito tempo. É difícil dizer se o Ancião o criou ou se ele foi simplesmente encontrado em tempos antigos, mas o reino serviu como um refúgio de onde ele pôde se alimentar da humanidade por milhares de anos. Há 20 anos, um homem chamado Valdo Caeserius, pai da Zana, ficou preso no Atlas por causa das ações do sumo templário Venarius. O pai da Zana aprendeu a medir seu poder com o Atlas e se tornou o que chamamos de o Criador. Ele declarou guerra contra o Ancião pelo tempo que pôde, até que sua filha levou os Matadores do Ancião a uma vitória triunfante. Infelizmente, Valdo já estava perdido.
CedrusTwilightLoreDump_1
NPCTextAudio
Eu era um iniciado, um jovem recém-formado na academia quando o sumo templário Venarius desapareceu. Eram acusações pra todo lado e as lutas internas se intensificaram. Homens e mulheres do bem foram queimados na fogueira por heresia! Só o poder poderia proteger um homem, e eu não tinha nenhum. Eu mesmo tava na fila pra ser executado quando Dominus ascendeu ao posto de sumo templário e pôs fim ao caos. Um pequeno alívio, né, não? Ele não se interessava por oração e piedade; prestava culto a Deus apenas de boca, mas secretamente buscava poder por meio da corrupção e da taumaturgia. Servindo-o, perdi a fé. Foi então que a Ordem do Crepúsculo me procurou. Eles disseram que havia uma maneira de proteger a humanidade da tirania, de protegê-la de homens como Dominus. Então, concordei em me juntar a eles.
Edit

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