Tenho um título oficial muito longo, mas você pode me chamar de Zarka. Os jovens falam demais das nossas tradições rígidas, mas eu já sou velha o suficiente para fazer o mesmo sem que ninguém reclame! Meu papel é o de uma guardiã de histórias. Fui escolhida pela minha antecessora, em vez de poder me tornar uma {dekhara} ou desempenhar outras funções. Não tenho permissão para lutar, pois as histórias que guardo são um dos nossos recursos mais valiosos. Compreendemos as planícies de Vastiri por meio dessas palavras que nos foram transmitidas ao longo dos séculos. Vemos o que costumava existir onde agora só habita a areia e ouvimos as ousadas proclamações e lamentações do passado. Esse é o meu papel: ser os olhos e ouvidos onipresentes dos ardura. — Patente e Posto |
Nós te deixaremos no Estreito da Traidora, que lhe permitirá subir os penhascos. — MysticGoToG2_town |
Ah, sim, {jingakh}, ouvi dizer que você tem interesse em Keth. Se viajar para lá, gostaríamos que você tentasse fazer algo por nós. Quando menina, antes de dançar com o escorpião, minha história favorita era a de um espírito que dançava nas ruínas de Keth. Era o último djinn, o terceiro servo da água, chamado Amnaah. Ele não é tão poderoso, um mortal consegue derrotá-lo.
Há muito tempo que tenho esperança de que essa história seja verdadeira... de que todas as minhas histórias sejam verdadeiras. Capturá-lo serviria como prova de que essas histórias que guardo na cabeça e passo às gerações mais novas são mais do que simples mitos. Ao longo dos anos, fiquei atenta a artefatos que pudessem conter tal ser. Acho que essa garrafa vai servir. Você poderia capturar Amnaah com ela? Isso deixaria uma jovem muito feliz, mesmo ela já sendo seja bem idosa. — MysticFindDjinn |
É a nossa ruína, jovem. O deserto é uma Sekhema cruel. Não são o calor, a sede ou os ventos frios da noite que te matam. A Perdição do Deserto é o rompimento da conexão com outras pessoas. O deserto está sempre mudando e uma rocha se parece muito com outra. Aqueles que perdem o controle do caminho, mesmo que por um instante, nunca mais são vistos; aqueles que caem nas dunas são esquecidos, e seus corpos se perdem para sempre sob as areias. Quando menina, às vezes eu tinha pesadelos sobre uma camada abaixo... uma camada de ossos... de incontáveis gerações de maraketh que desapareceram da memória... Ser esquecido sob as areias é o nosso maior medo. Alguns nem gostam de falar sobre isso, e é por isso que a promessa de lembrar de alguém é o maior gesto de respeito que nós, filhos do deserto, podemos oferecer. — A Perdição do Deserto |
Ah. Entendi. Seria melhor não mostrar essa carta a mais ninguém, jovem. Se me perguntarem sobre o seu conteúdo, fingirei demência. Sugiro que você... se livre disso... Entregue a alguém que não sabe ler. Ficou claro? — Mostrar a Carta de Despedida para Zarka |
Nasima, sim, Nasima! Ela é uma grande guerreira, mas tem um legado complicado. Ela nasceu com os olhos cor de sangue e foi deixada para morrer nas dunas por ser cega, mas os faridun a encontraram e a criaram. Poderia ser uma {balbalakh}, mas não. Ela se tornou uma guerreira impressionante por mérito próprio e, quando convocada para atacar seu povo, reconheceu a voz de sua mãe, virou-se e massacrou seus captores faridun! Um verdadeiro modelo desde os tempos antigos e uma maravilhosa história de ninar para se contar às crianças. — Nasima da Premonição |
Vou contar sua história, {jingakh}. Volte algum dia e você poderá ouvi-la da própria Risu. — Adeus |
Os jovens são todos iguais. Faridun, maraketh... o que isso importa para uma velha? Outros podem até fazer cara feia por eu deixar a Risu sentar e ouvir minhas histórias, mas ninguém pode vir me silenciar. — Risu |
Ela era uma guerreira feroz antes de ficar cega em batalha. Focada e determinada. Perder a visão não mudou isso. Não tenho dúvidas de que ela se tornará habilidosa o suficiente no combate às cegas para voltar à linha de frente algum dia. Na verdade, {dekharas} cegas já foram fundamentais para dizimar uma legião dos Eternos durante uma emboscada em uma tempestade de areia, então já sabemos que elas lutam bem. — Zarka |
Confie nela, {jingakh}. Enquanto você estiver aqui, ela será sua {Sekhema} e te guiará no caminho certo. — Shambrin |
Essa é a história que me foi contada pela contadora de histórias de nossa {akhara} antes de mim, conforme contada a ela pela contadora de histórias anterior. Essas palavras permaneceram inalteradas desde o início. Há muitos milhares de anos, éramos um povo simples. Caçadores. Nômades. Íamos de vale em vale em busca de carne e frutos silvestres. Não havia a disciplina que conhecemos hoje, mas isso estava prestes a mudar. Essas belas planícies se tornaram áridas e sem luz, uma época que essas gerações chamaram de Inverno do Mundo. Mil anos de gelo trouxeram dificuldades e sofrimento, mas isso foi apenas o começo. Ao sul, o tirano estrangeiro Ahn caiu, e criaturas horríveis surgiram nessa escuridão, aparentemente nascidas de ossos, sangue e magia maligna. Sobreviver significava unir-se e criar as rígidas tradições que se tornariam o que conhecemos hoje. Lutar era viver. Desordem significava morte. Nas profundezas mais sombrias daquela época, quando a esperança era apenas uma lembrança, as irmãs gêmeas Sekhemas Solerai e Lundara surgiram para, pela primeira vez, unir nossos povos dispersos. Elas empunhavam a essência do ouro e da prata, brilhando com tamanha ferocidade que os céus cinzentos não tiveram escolha a não ser ceder. As criaturas recuaram para as areias e nunca mais foram vistas. Nossas belas planícies resplandeceram com florestas esmeraldinas e rios safira. Isso marcou o início da era mais gloriosa de nosso povo. Uma época de conquistas, riquezas, grandes heróis e deuses que durou mais de mil anos. Mas, então, em um inverno rigoroso, os deuses desapareceram. Nossa amada Garukhan foi a última a sucumbir, resistindo por duas luas contra uma poderosa debilidade. Ela deu as últimas ordens que pôde: ordenou que nossas tradições fossem mantidas, e depois se silenciou. Os maraketh não se abalaram. Não perdemos a esperança. Sabíamos quem éramos e esses valores não nos abandonaram com a partida dos deuses. Quando o céu ardeu, quando os vaal caíram, quando os Eternos vieram para serem nossos mestres e também caíram, nós perseveramos. Protegemos essas belas planícies por 304 gerações e continuaremos a fazê-lo por mais 304. Esse é o nosso dever e direito inato. — História das Planícies do Vastiri |
Como não temos 45 horas livres, acho que eu poderia lhe contar um pequeno trecho de uma das aventuras de Orbala, uma das Sekhema das Sekhemas. Sua segunda aventura ocorreu 3 luas antes de sua dança com o escorpião. Ela não era uma Sekhema naquela época, nem mesmo uma {dekhara}. A notícia de sua primeira aventura também não havia se espalhado, pois apenas sua irmã sabia da busca pela Lança de Solerai, que terminou com Stridevolf em chamas. Portanto, naquela época, ela ainda era desconhecida. Por esse motivo, ela inicialmente não disse nada quando um dignitário vaal visitante insultou sua mãe. Ele era devoto de Arakaali e desejava se entregar a atividades indizíveis. Quando a mãe de Orbala o rejeitou, ele proferiu palavras vis e partiu. Orbala não podia deixar isso passar. Ela saiu furtivamente de casa na escuridão da noite e seguiu a comitiva do dignitário por muitas estradas florestais desconhecidas. Encontrou-o banhando-se às margens do segundo rio de Keth, o Halani. Com uma mira certeira, ela o atingiu na garganta com uma única flecha. Foi então que sua comitiva apareceu e explicou que ele era apenas um espião maraketh desempenhando um papel, e que seu insulto tinha a intenção de espalhar sua reputação antes de sua partida. Orbala teve de escolher entre enfrentar a justiça das planícies por ter assassinado esse importante agente ou vestir suas roupas e cumprir sua missão disfarçada de dignitário vaal em seu lugar, para que os Sekhemas pudessem avaliar as ameaças na fronteira entre os dois povos. Ela foi bem-sucedida em sua farsa, passando por muitas situações perigosas e hilárias, embora essa aventura também tenha terminado com Lira Vaal em chamas. — As Oito Aventuras de Orbala |
Um pedido ousado, mas é uma longa história! Não tenho cinco dias ininterruptos para contá-la. Me pergunte novamente depois que esse conflito acabar, pode ser? — MysticOnKalandra |
Sinto muito, {jingakh}. Acho que não tenho forças para contar essa história angustiante agora. Preciso usar o tempo que me resta para ensinar minhas histórias à Risu. Talvez um dia ela a conte para você. — MysticOnKalandraLater |
Chegamos. Você pode desembarcar por esse lado. Guardas! Abaixem a rampa! — MysticTraitorsPassageArrived |
Então, sua penumbra é, na verdade, o Ladrão da Virtude. Eu já desconfiava. Embora existam muitos relatos conflitantes sobre o que causou o retorno... e a morte... dos deuses, uma coisa é certa em todos os rumores: ele desempenhou um papel importante. Recomendo que você aprenda sobre as grandes aventuras de Orbala. Cada uma de suas histórias termina com pelo menos uma cidade em ruínas... mas ela ainda é uma heroína e ainda nos lembramos dela com carinho, pois sua intenção era nobre. Como diz o ditado, a trepadeira sobe em direção ao sol em busca de luz. Não significa que queira derrubar o muro. É muito parecido com este deserto. Não negamos como ele mudou. Sabemos que antes ele era verdejante e que um dia voltará a ser. A devastação sempre se cura com o tempo, e talvez, um dia, o Ladrão da Virtude também seja perdoado. — O Ladrão da Virtude |
Vamos esperar aqui, {jingakh}, mas os vagões militares foram para os portões. Depressa! — MysticTraitorsPassageSendoff |
{Enviamos uma única {dekhara} à ilha de Ogham para coletar todas as pistas possíveis sobre a corrupção. Ela confirmou muito do que a sua penumbra nos contou e trouxe algumas histórias também. }{Enviamos uma única {dekhara} à ilha de Ogham para coletar todas as pistas possíveis sobre a corrupção. Ela confirmou muito do que a sua penumbra nos contou e trouxe algumas histórias também. }{Parece que você se encaixa perfeitamente no papel de mercenário que desempenha conosco, visto que fez o mesmo em Ogham para o herói lendário deles, Finn. }{Parece que você se encaixa perfeitamente no papel de mercenária que desempenha conosco, visto que fez o mesmo em Ogham para o herói lendário deles, Finn. }{Novos mitos ezomytas são raros por aqui. As outras contadoras de histórias ficarão bastante impressionadas quando eu lhes contar como Finn salvou Ogham e construiu uma grande mansão no topo de uma árvore para abrigar e alimentar seus leais vassalos. }{Novos mitos ezomytas são raros por aqui. As outras contadoras de histórias ficarão bastante impressionadas quando eu lhes contar como Finn salvou Ogham e construiu uma grande mansão no topo de uma árvore para abrigar e alimentar seus leais vassalos. }{Que inacreditável! Uma fortaleza {nas árvores}? Quase nunca vi uma árvore saudável em toda a minha vida, mas Ogham está coberta de troncos tão altos quanto os próprios Portões Antigos! Há florestas inteiras e rios também! É realmente uma terra maravilhosa.}{Que inacreditável! Uma fortaleza {nas árvores}? Quase nunca vi uma árvore saudável em toda a minha vida, mas Ogham está coberta de troncos tão altos quanto os próprios Portões Antigos! Há florestas inteiras e rios também! É realmente uma terra maravilhosa.} — MysticOnEzomytes |
Mudança. E tempo. — MysticConversationWithMentorOne |
De fato, isso arrastou o declínio de Keth por várias centenas de anos. Tornou-se uma vulnerabilidade, um alvo para saqueadores e conquistadores. Abater um animal ferido é mais fácil. — MysticConversationWithMentorTwo |
O que mais você tem a dizer sobre Garukhan? — MysticConversationWithMentorThree |
A alma que todos os maraketh compartilham. — MysticConversationWithMentorFour |
Sim, mas a localização deles está bem protegida. — MysticConversationWithAsalaOne |
Uma contadora de histórias preferiria morrer a revelar seus segredos. — MysticConversationWithAsalaTwo |
As outras {akharas} te chamam de "A Mão dos Ardura". — MysticConversationWithAsalaThree |
Essa decisão não cabe a mim, jovem. — MysticConversationWithAsalaFour |
Como deve ser, a menos que surja alguém mais capaz. — MysticConversationWithAsalaFive |
Claro, jovem. Sempre há outra história. A lua nova se aproxima. — MysticConversationWithRisuOne |
Essa não é a história que costumo contar na lua nova, mas talvez possamos fazer alguns ajustes! — MysticConversationWithRisuTwo |
Os faridun têm alguma história? — MysticConversationWithRisuThree |
Não, quem era ele? — MysticConversationWithRisuFour |
Parece improvável. O veneno é uma prática desonesta e traiçoeira. — MysticConversationWithRisuFive |
Ah... — MysticConversationWithRisuSix |
Boas-vindas aos ardura... Ah, hmm. Eu sei quem {você} é. Não se preocupe... Não vou usar isso contra você, jovem, mas não podemos viajar para lugar algum no momento. Invasores hienescos estão atacando a rota comercial à frente. Por enquanto, estamos presos aqui. — Apresentação |
Você procura passagem em nossa caravana? Não podemos viajar para lugar algum no momento. Invasores hienescos estão atacando a rota comercial à frente. Por enquanto, estamos presos aqui. — Apresentação |
{{Você} derrotou os invasores? Apesar do seu passado, precisamos da ajuda de alguém com as suas habilidades. Boas-vindas à {akhara} dos ardura. }{{Você} derrotou os invasores? Apesar do seu passado, precisamos da ajuda de alguém com as suas habilidades. Boas-vindas à {akhara} dos ardura. }{Você poderá viajar conosco em troca de seus serviços. Você terá até mesmo o respeito de um de nós enquanto estiver aqui. Se alguém discordar, peça para falar comigo.}{Você poderá viajar conosco em troca de seus serviços. Você terá até mesmo o respeito de uma de nós enquanto estiver aqui. Se alguém discordar, peça para falar comigo.} — A Caravana Ardura |
{{Você} derrotou os invasores? O destino nos enviou um estranho fortuito! Boas-vindas à {akhara} dos ardura. }{{Você} derrotou os invasores? O destino nos enviou uma estranha fortuita! Boas-vindas à {akhara} dos ardura. }{Como {jingakh}, você poderá viajar conosco em troca de seus serviços, e terá quase o respeito de um de nós enquanto estiver aqui.}{Como {jingakh}, você poderá viajar conosco em troca de seus serviços, e terá quase o respeito de uma de nós enquanto estiver aqui.} — A Caravana Ardura |
Ah, você libertou Balbala, a Traidora? Então, é seu dever redimir a alma dela e permitir que ela sirva como uma djinn mentora durante sua dança com o escorpião. Essa não será uma tarefa simples; serão necessários os antigos costumes. Fale com Asala. A antiga provação não está longe daqui e a caravana tem a obrigação de te levar até lá. — A Provação das Sekhemas |
Ah, você libertou Balbala, a Traidora? Então, é seu dever redimir a alma dela e permitir que ela sirva como uma djinn mentora durante sua dança com o escorpião. Nos tempos modernos, oferecemos aos aspirantes a {dekharas} um teste simples. Para {esta} tarefa, porém, são necessários os métodos antigos. Você terá de enfrentar uma provação muito mais mortal. Fale com Asala. A provação original não está longe daqui e a caravana tem a obrigação de te levar até lá. — A Provação das Sekhemas |
Estou orgulhosa de você, jovem. Poucos têm força para se redimir, quem dirá os outros. Talvez um dia você lidere um {akhara} seu. — ZarkaA2AscendancyCompletedSorceress |
Este é um tempo de mudanças, sem dúvida! Por pelo menos 80 gerações, a história de Balbala permaneceu a mesma, mas agora você mudou o seu final. O deserto está um pouco mais ameno hoje. — ZarkaA2AscendancyCompleted |
Uma barreira de tempestade de areia! Feitiçaria maligna saída diretamente das histórias! — ZarkaA2SandstormSeen |
Jamanra consegue controlar as areias? Ele não tinha essa habilidade em vida. Deve ter nascido da corrupção. {Há} algo nos contos que poderia nos ajudar a superar tal poder. Dizia-se que a Trombeta de Vastiri podia controlar os ventos. Acredito que a localização do instrumento se perdeu no tempo... {mas}... talvez seja possível reconstruí-lo. Teríamos de refazer os passos de nossa maior heroína, Orbala, em sua aventura final. Fale com Asala. Ela conhece a história e sabe aonde ela pode nos levar. Diga a ela como deseja começar. Ou, se tiver mais perguntas, busque minha sabedoria. — Dissipando a Tempestade de Areia |
Ah, a trombeta... Como resumir um conto de sete dias? Ela foi criada durante a oitava aventura de Orbala, sua missão final antes de se tornar a {Sekhema} das {Sekhemas}... Ela tomou o controle dos três elementos. Seu fiel corcel de guerra, o grande mastodonte Ekbab, deu suas presas para a criação da escultura e para a canalização de raios. A essência da água é um segredo guardado no coração de Keth... e o fogo primordial deve ser conquistado daqueles que o trouxeram originalmente para Wraeclast. Nós {os} encontraremos no Vale dos Titãs. Sim... esses são os três elementos de que vamos precisar. — Recriando a Trombeta |
Não é a primeira vez que as areias são usadas contra nós. O necromante das Lágrimas Negras, Saresh, travou uma guerra contra os maraketh nas regiões desérticas que surgiram naquela era. Ele não apenas comandou exércitos de mortos, como também vastas tempestades turbulentas. Ao ouvir essa ameaça, Orbala partiu em uma jornada para dominar os elementos. Em três locais de poder, ela provou seu valor aos ventos. Sua recompensa ficou conhecida como a Trombeta de Vastiri. Quando ela respirou fundo e soprou a trombeta, foi {tão poderoso} que todas as tendas nas planícies se abriram. Imagina o que isso fez com as tempestades de areia do necromante... Aproveitando o momento, os {akharas} unidos avançaram para atacar os exércitos mortos-vivos de Saresh. Por essa vitória, Orbala foi nomeada a {Sekhema} das {Sekhemas} e, depois de governar com força e astúcia por muitos anos, tornou-se nossa Rainha do Vento, a maior deusa dos maraketh. Seu nome divino era Garukhan, que significa "soberana suprema". Infelizmente, os contos não fazem mais nenhuma menção à trombeta depois disso. — O Conto da Trombeta |
Este rubi é lindo e bastante sinistro. Talvez eu só esteja vendo coisas, mas tenho a sensação de que algo me encara lá do fundo. — O Rubi Flamejante |
Essas presas são realmente dignas do corcel de Orbala! — As Presas de Mastodonte |
Havia uma deusa da água no coração de Keth? Gostaria de saber qual foi o papel dela no passado. É meu dever sagrado preservar nossas histórias, mas não sei nada sobre essa deusa! Como nós, maraketh, pudemos esquecer algo tão importante? — A Essência da Água |
Havia uma deusa da água no coração de Keth? Gostaria de saber qual foi o papel dela no passado. É meu dever sagrado preservar nossas histórias, mas não sei nada sobre essa deusa! Segundo as histórias, Halani era o nome do segundo rio de Keth, então a verdade deve ter se perdido ao longo das gerações. Como nós, maraketh, pudemos esquecer algo tão importante? — ZarkaA2AcceptsEssenceOfWaterNamed |
Continue seguindo os passos de Orbala, jovem. Ainda há mais dois capítulos em sua história. — ZarkaA2TwoMoreThings |
Continue, jovem. Estamos quase no fim da história de Orbala. — ZarkaA2OneMoreThing |
Impressionante, jovem! Agora temos tudo o que precisamos para recriar a Trombeta de Vastiri. Vai exigir um pouco de trabalho de entalhe... Hmm, acho que o Rubi Flamejante vai aqui... Imbuir a essência da água com os movimentos corretos... Talvez eu só aperte isso aqui... Quebre isso... Ah! Espero que isso não seja importante... Certo. É {um pouco} parecida com a trombeta original. Se meus dedos fossem mais ágeis, eu poderia tê-la feito melhor. Ela não vai soprar um vendaval por todo o Vastiri, mas servirá ao nosso propósito. Aqui está. Pegue. Como você refez a jornada de Orbala, deve ser você quem deve soar a trombeta. — A Trombeta Recriada |
Precisamos de mais do que apenas presas comuns do sertão. Você deve encontrar os restos mortais do maior de todos, o mastodonte Ekbab, o corcel de guerra. Você saberá que são os restos dele quando os vir. — ZarkaA2MapUIMastodonBadlands |
Dizia-se que a essência da água residia no coração de Keth, de onde brotavam os sete rios. As areias tomaram a cidade, mas ainda devem existir caminhos para o interior. Busque o santuário no centro dos templos. — ZarkaA2MapUIKeth |
Ainda devemos respeitar os acordos antigos. Você tem permissão para entrar no Vale dos Titãs, mas apenas para o Ritual da Chama. Encontre o estrado cristalino, invoque o ritual, prove seu valor... e depois parta imediatamente. — ZarkaA2MapUITitanValley |
Durante o Inverno do Mundo, a provação para se tornar uma {dekhara} era brutal e implacável. Ela era supervisionada por uma de nossas primeiras deusas, Varashta, em uma série de câmaras sob as areias. Lá, tanto uma aspirante quanto uma mentora podiam alcançar a honra. — ZarkaA2MapUIAscendancyTrial |
As contadoras de histórias ainda falam da sua rejeição à honra do nosso papel. Espero que seu tempo de exílio lhe tenha ensinado algum respeito. Se eu contasse os dias, suspeito que descobriria que você retornou às planícies de Vastiri um pouco antes do previsto... mas parece que minhas enfermidades estão repentinamente turvando minha percepção das estações. Guardarei seu segredo se você não contar, jovem. — ZarkaA2BanishmentGossip |
É raro ver alguém dos seus aqui, monge. Vá com calma. O Terceiro Pacto ainda rege você... e seu mestre. — ZarkaA2TheDreamerGossip |
Como servo do Sonhador, o Terceiro Pacto proíbe expressamente que os seus entrem no Vale dos Titãs. Porém... a necessidade às vezes se sobrepõe à tradição. Faça o que for preciso e não conte a ninguém. — ZarkaA2TitanValleyForMonkGossip |
Ah, Deshar, a Cidade dos Mortos! Nesses tempos difíceis, seria compreensível pensar que os mortos ressuscitados vivem lá, se é que essa forma de existência pode ser chamada de vida. Não, não. Muito antes de nos preocuparmos com a ressurreição dos mortos, construímos torres imponentes para trazer nosso povo de volta ao céu. Nossos mortos honrados jazem expostos, desfrutando do sol, não escondidos dele sob a terra. Com o tempo, eles são levados pela erosão, tornando-se o vento e a areia que você sente em sua pele neste exato momento. Em breve, farei a jornada para Deshar, assim que treinar uma substituta. Eu poderia esperar, mas prefiro encarar a Morte nos meus termos. Talvez eu seja a primeira mortal a vencer minha batalha e derrotar Nekraata em combate espiritual, vai saber. Posso não parecer agora, mas, quando eu era mais jovem, você me consideraria uma rival formidável! — Deshar |
Ah, Deshar, a Cidade dos Mortos! Nesses tempos difíceis, seria compreensível pensar que os mortos ressuscitados vivem lá, se é que essa forma de existência pode ser chamada de vida. Não, não. Muito antes de nos preocuparmos com a ressurreição dos mortos, construímos torres imponentes para trazer nosso povo de volta ao céu. Nossos mortos honrados jazem expostos, desfrutando do sol, não escondidos dele sob a terra. Com o tempo, eles são levados pela erosão, tornando-se o vento e a areia que você sente em sua pele neste exato momento. Deshar é o nosso monumento mais sagrado... Em breve, farei a jornada para lá, assim que treinar uma substituta. A maioria espera que seus corpos falhem, mas prefiro encarar a morte de pé. Talvez eu seja a primeira mortal a vencer minha batalha e derrotar Nekraata em combate espiritual, vai saber. Posso não parecer agora, mas, quando eu era mais jovem, eu era uma feiticeira bastante poderosa. — Deshar |
Jamanra? Essa é uma história que raramente conto. A cada poucas gerações, os faridun causam problemas. Jamanra foi sua tentativa mais bem-sucedida. Há muito tempo, ele espalhou ideias perigosas entre os rejeitados e se dirigiu aos maraketh como se fossem nossos iguais. Suas ofensas foram tão grandes que as {Sekhemas} se uniram para repreendê-lo. Diz a história que ele estava tão impressionado com a glória de nossas líderes que tirou a própria vida e escolheu ser esquecido nas areias. É uma conclusão estranha para sua história, admito. Mas é isso que é contado. Se ele foi de alguma forma reanimado pela corrupção, terá apenas um objetivo: nos machucar. — Jamanra |
Confesso que meu conhecimento sobre Jamanra parece bastante contaminado por... preconceitos históricos. Sinto-me na obrigação de pesquisar mais antes de contar sua história novamente. — Jamanra |
Te aviso. — Zarka_CE_PlaceOrder_Random |
Te aviso. — Zarka_CE_PlaceOrder_2 |
O Shambrin cuida disso. — Zarka_CE_PlaceOrder_3 |
O Shambrin cuida disso. — Zarka_CE_PlaceOrder_4 |
Pra mim? Ah, um negócio, claro. — Zarka_CE_PlaceOrder_5 |
Pra mim? Ah, um negócio, claro. — Zarka_CE_PlaceOrder_6 |
Espero que dê tudo certo com o negócio! — Zarka_CE_PlaceOrder_7 |
Espero que dê tudo certo com o negócio! — Zarka_CE_PlaceOrder_8 |
Tenho um presente pra você! — Zarka_CE_TradeReceived_Random |
Tenho um presente pra você! — Zarka_CE_TradeReceived_2 |
Seu pedido chegou! — Zarka_CE_TradeReceived_3 |
Seu pedido chegou! — Zarka_CE_TradeReceived_4 |
Encontramos alguém interessado! — Zarka_CE_TradeReceived_5 |
Encontramos alguém interessado! — Zarka_CE_TradeReceived_6 |
Tem algo aqui pra você. — Zarka_CE_TradeReceived_7 |
Tem algo aqui pra você. — Zarka_CE_TradeReceived_8 |
O que a gente tava fazendo mesmo? — Zarka_CloseShopNoBuy_Random |
Beleza. — Zarka_CloseShopNoBuy_2 |
Beleza. — Zarka_CloseShopNoBuy_3 |
Não precisa de nada? — Zarka_CloseShopNoBuy_4 |
Entendo. — Zarka_CloseShopNoBuy_5 |
{Zadha o aka}. — Zarka_Disenchant_Random |
{Zadha o aka}. — Zarka_Disenchant_2 |
Que dó quebrar uma coisa tão brilhante. — Zarka_Disenchant_3 |
Que dó quebrar uma coisa tão brilhante. — Zarka_Disenchant_4 |
Vejamos se ainda levo jeito pra coisa. — Zarka_Disenchant_5 |
Vejamos se ainda levo jeito pra coisa. — Zarka_Disenchant_6 |
Virou pó! — Zarka_Disenchant_7 |
Virou pó! — Zarka_Disenchant_8 |
Faça bom uso disso. — Zarka_BuyGeneric_Random |
Faça bom uso disso. — Zarka_BuyGeneric_2 |
Tinha muito apreço por isso. — Zarka_BuyGeneric_3 |
Tinha muito apreço por isso. — Zarka_BuyGeneric_4 |
Guarda isso direito. — Zarka_BuyGeneric_5 |
Guarda isso direito. — Zarka_BuyGeneric_6 |
Mais um dia de água. — Zarka_BuyGeneric_7 |
Mais um dia de água. — Zarka_BuyGeneric_8 |
Toma, fique com este ouro inútil. — Zarka_SellGeneric_Random |
Toma, fique com este ouro inútil. — Zarka_SellGeneric_2 |
Pode vir a ser útil. — Zarka_SellGeneric_3 |
Pode vir a ser útil. — Zarka_SellGeneric_4 |
Vou perguntar ao Shambrin sobre isso. — Zarka_SellGeneric_5 |
Vou perguntar ao Shambrin sobre isso. — Zarka_SellGeneric_6 |
Ah! Que legal. — Zarka_SellGeneric_7 |
Ah! Que legal. — Zarka_SellGeneric_8 |
Seu oásis pessoal. — Zarka_BuyFlaskLife_Random |
Seu oásis pessoal. — Zarka_BuyFlaskLife_2 |
Beba e receba cura. — Zarka_BuyFlaskLife_3 |
Beba e receba cura. — Zarka_BuyFlaskLife_4 |
Esse tá trincado. — Zarka_BuyFlaskLife_5 |
Esse tá trincado. — Zarka_BuyFlaskLife_6 |
Era meu frasco? — Zarka_BuyFlaskLife_7 |
Era meu frasco? — Zarka_BuyFlaskLife_8 |
Vai estimular sua vontade. — Zarka_BuyFlaskMana_Random |
Vai estimular sua vontade. — Zarka_BuyFlaskMana_2 |
Tem gosto de frutas dakha! — Zarka_BuyFlaskMana_3 |
Tem gosto de frutas dakha! — Zarka_BuyFlaskMana_4 |
Vou polir isso pra você. — Zarka_BuyFlaskMana_5 |
Vou polir isso pra você. — Zarka_BuyFlaskMana_6 |
Não estrague seu apetite. — Zarka_BuyFlaskMana_7 |
Não estrague seu apetite. — Zarka_BuyFlaskMana_8 |
Prontinho. — Zarka_OpenShop_Random |
Prontinho. — Zarka_OpenShop_2 |
Pra você, jovem. — Zarka_OpenShop_3 |
Pra você, jovem. — Zarka_OpenShop_4 |
Tenho umas coisinhas. — Zarka_OpenShop_5 |
Tenho umas coisinhas. — Zarka_OpenShop_6 |
Ah, sim, claro! — Zarka_OpenShop_7 |
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