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Ancião Madox Text Audio /126
Nome
Escolha acertada.
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Hmmm...
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Hmmm...
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A Coruja das Estepes sabe o motivo.
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A Coruja das Estepes sabe o motivo.
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Lembre-se, todos os espíritos proveem.
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Lembre-se, todos os espíritos proveem.
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Faça sua escolha.
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Escolha bem.
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Escolha bem.
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A Coruja das Estepes ouviu seu nome.
Madox_Wild_Approach
[DNT] Good work Exile. Tangmazu is dead!
DeliriumEndgameTangmazuDefeated
Maldito seja, monstro perverso!
ElderMadox_IntroWild_Random
Eu... preciso... encontrar... o espírito!
ElderMadox_IntroWild_2
Me leve de volta. Ouça minha voz!
ElderMadox_IntroWild_3
Não vou deixar você levá-los!
ElderMadox_IntroWild_4
Que o inverno te condene!
ElderMadox_IntroWild_5
O quê? Quem tá aí? Apareça!
ElderMadox_IntroWild_6
Sai da minha cabeça!
ElderMadox_Wild_GetOutOfMyHead
Ótimo! Te vejo lá.
ElderMadox_Saved_G1wild
Vamos, Coruja das Estepes! Eu imploro!
ElderMadox_AtWitheredHub_B2wild
O corvo falou... Parece que estamos no caminho certo. Mas... que diabos é isso?
ElderMadox_DeliCraft_A2wild
Hmm. Só um instante.
ElderMadox_DeliCraft_A3wild
Não vacile.
ElderMadox_DeliCraft_M1wild
Vá em paz. E... fique alerta.
ElderMadox_FruitEaten_D1wild
Isso é inconcebível!
ElderMadox_ReturnPinnacleKey_E1wild
Tenha cuidado lá!
ElderMadox_ReturnPinnacleKey_E2wild
É ele... É o menino!
ElderMadox_TangmazuDefeated_A1
Você não me engana, corvo. Vá embora.
ElderMadoxRaven_BanterOne_A1
E agora me arrependo disso.
ElderMadoxRaven_BanterOne_B1
Sai daqui, demônio. Eu já entendi.
ElderMadoxRaven_BanterTwo_A1
Para de me atormentar, garoto. Não vou dar ouvidos.
ElderMadoxRaven_BanterTwo_B1
Já chega, garoto. Volte de onde veio.
ElderMadoxRaven_BanterThree_A1
Ainda que eu quisesse aprender, não dá para confiar em você.
ElderMadoxRaven_BanterThree_B1
Sua loucura não vai me dominar!
ElderMadoxRaven_BanterFour_A1
Tô cansado. Você não tem outra coisa pra fazer, não?
ElderMadoxRaven_BanterFour_B1
O que aconteceu com você, garoto?
ElderMadox_TangmazuDefeated_A2
Um monstro? Me conta o que você lembra!
ElderMadox_TangmazuDefeated_B1
O quê? Você não está bem, garoto. Mas o espírito ainda pode te salvar.
ElderMadox_TangmazuDefeated_C1
Não, isso não faz sentido. Todas as crianças são sagradas para o espírito!
ElderMadox_TangmazuDefeated_D1

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Ancião Madox

Ancião Madox on 5 Chefes do Delírio /4
Ancião Madox: Eu sabia que não seria fácil, mas... o tempo não está do nosso lado. O que você descobriu?
Bruxa: Ah, você sabe. O verdadeiro nome dele, os maiores medos, a comida favorita...
Sombra: [DNT]
Feiticeira: Ele claramente não quer ser seguido.
Mercenário: Os insultos dele estão ficando mais ácidos e menos engraçados.
Guerreiro: Eu segui o Tekaru, mas não consigo pegá-lo.
Patrulheira: Receio dizer que não descobri muita coisa na minha busca.
Caçadora: Quase nada. Esse aí é mais arisco que uma raposa.
Monge: Quase nada, infelizmente. Por mais que eu vá atrás, ele sempre fica um passo à frente.
Druida: Ele tem uma língua afiada, mas não tem coragem de falar isso na minha cara.
Duelista: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Pelo visto, você não aprendeu nada.
Ancião Madox: Pode parecer estranho, mas isso joga a nosso favor.
Ancião Madox: De qualquer forma, a Coruja das Estepes acredita que você começou a irritar o corvo.
Ancião Madox on Comer a Fruta /6
Ancião Madox: O poder dele cresce, mas o seu também.
Caçadora: Ele é assustador, é verdade, mas caçar {rathin} tá no meu sangue.
Guerreiro: Ele tá tentando entrar na minha cabeça, mas continuo firme.
Patrulheira: Algum progresso, finalmente. Eu já tava ficando sem esperanças.
Monge: Ele testa minha resistência a cada provocação.
Bruxa: É, parece que ele esqueceu o espelho. E a educação.
Feiticeira: Se guerras fossem vencidas com palavras, ele ainda perderia para mim. Quando perco a paciência, posso falar boas grosserias.
Mercenário: Já dei fim em muitos vilões de língua afiada.
Druida: Ele fugiu rapidinho. Ele pode até falar pelos cotovelos, mas não teve coragem de me encarar.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: As palavras do corvo machucam mesmo, como um cão protegendo o próprio osso. Espera... o que é aquilo dentro do espelho? Consegue ver?
Guerreiro: Eu vejo... Hunf. O que é isso?
Bruxa: Aquela coisinha estranha?
Feiticeira: Não sei bem o que vejo. Parece algum tipo de objeto pequeno e sombrio.
Patrulheira: Tô vendo algo... mas o que é?
Caçadora: Sim, ancião. Tô vendo.
Mercenário: O quê? Aquela coisinha toda enrugada?
Monge: Sim, estou vendo.
Druida: Esses olhos velhos estão vendo alguma coisa...
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Me perdoe por pedir algo tão estranho, mas acho que você precisa enfiar a mão lá e pegar aquilo. Eu até faria isso, mas estou... velho e cansado.
Ancião Madox on Comer a Fruta /5
Guerreiro: É mole... Parece uma fruta.
Bruxa: É uma fruta... mas eu não a comeria.
Feiticeira: É uma fruta amaldiçoada e enegrecida.
Patrulheira: É algum tipo de fruta velha e podre.
Caçadora: É uma fruta... mas nunca vi nada assim antes.
Mercenário: Tá com fome? Acho que é uma fruta.
Monge: Parece ser uma fruta podre.
Druida: Parece uma fruta podre... ou o que sobrou de uma.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Será possível? Eu já li sobre esse fruto sombrio. A tribo do corvo acreditava que ele dava "presságios sombrios". A história de "O Corvo e a Lebre" pode até ser contestada, mas a tribo dele existiu de verdade. Será que... Sim. A Coruja das Estepes concorda. Coma a fruta.
Guerreiro: Com todo respeito, ancião, isso tá estragado...
Bruxa: Isso só pode ser piada!
Feiticeira: Está falando sério? Prefiro beber areia.
Patrulheira: Não há outro jeito?
Mercenário: Essa coisa podre? Credo. Por um milhão de moedas de ouro, eu pensaria no caso.
Druida: Eu achava que você tinha pirado. Agora eu {tenho certeza}.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Caçadora: Acho que já comi coisa pior.
Monge: Estou indo, ancião.
Ancião Madox: Vai desistir justo agora? Coma.
Ancião Madox: Apenas se prepare para o que pode aparecer.
Guerreiro: Bom, se não tem outro jeito mesmo...
Bruxa: Se eu engasgar, arranco sua cabeça.
Feiticeira: Ugh... já que você insiste. Confio em você.
Patrulheira: Ugh. Tá bom.
Mercenário: Tá bom, então. Lá vai...!
Monge: Vamos ver se essa sua coruja está certa.
Druida: Ugh... Tá, vamos acabar logo com isso.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox on O Salgueiro Murcho /3
Ancião Madox: Sim... é aqui. O Salgueiro Murcho. Acho que foi aqui que o Corvo Trapaceiro... nasceu.
Guerreiro: Hm. O que te leva a acreditar nisso?
Feiticeira: Aqui? Tem certeza?
Patrulheira: Nunca vi uma árvore com uma energia tão sinistra.
Caçadora: E como você sabe disso?
Mercenário: Bom... com certeza é uma árvore.
Monge: Como você sabe que essa é a árvore certa?
Druida: É, tem algo sinistro nessa aí.
Duelista: ElderMadox_AtWitheredHub_A2_StrDex4
Sombra: ElderMadox_AtWitheredHub_A2_DexInt4
Templário: ElderMadox_AtWitheredHub_A2_StrInt4
Espoliador: ElderMadox_AtWitheredHub_A2_Str4
Ancião Madox: A história fala de uma tribo que enlouqueceu há muito tempo. Uma tribo assim existia por essas bandas. E eu sei que essa árvore... guarda um segredo. Vamos ver.
Ancião Madox on O Salgueiro Murcho /4
Ancião Madox: Veja! A árvore abrigava uma ilusão! Hmm... mas esse espelho... não está inteiro. Se restaurarmos esse vidro encoberto, talvez descubramos a verdade.
Guerreiro: Outro espelho? E isso ajuda em quê?
Patrulheira: O que torna {esse} espelho diferente?
Monge: Esse espelho leva para outro mundo?
Druida: Do outro lado do vidro, é? Então sai da frente que eu vou descer porrada!
Duelista: [DNT]
Bruxa: "{Talvez}"? Eu esperava algo mais concreto do que isso.
Feiticeira: Talvez? Não tem nada mais concreto?
Mercenário: Talvez? Então... você não sabe?
Caçadora: Tem algo maligno nesse espelho.
Sombra: ElderMadox_AtWitheredHub_C2_DexInt4
Templário: ElderMadox_AtWitheredHub_C2_StrInt4
Espoliador: ElderMadox_AtWitheredHub_C2_Str4
Ancião Madox: Paciência! Você já vai entender.
Ancião Madox: Não foi isso que eu quis dizer! Concentre-se.
Ancião Madox: Você achou mesmo que um mistério tão antigo teria uma resposta fácil?
Ancião Madox: Agora que o corvo está livre, ele pode arrastar o mundo inteiro para a loucura. Espírito, guie nossos passos. Se quisermos ter alguma chance de derrotá-lo, precisamos descobrir a verdade por trás do conto de "O Corvo e a Lebre" como o conhecemos. Procure o Corvo Trapaceiro dentro da névoa dele. Precisamos quebrar as ilusões dele para revelar a verdade.
Ancião Madox on O Salgueiro Murcho /1
Ancião Madox: Procure o Corvo Trapaceiro dentro da névoa dele. Precisamos quebrar as ilusões dele para revelar a verdade.
Ancião Madox on Decantador da Loucura /1
Voz Estranha: Bem pensado! Você aprende rápido.
Ancião Madox on Decantador da Loucura /5
Ancião Madox: Caramba... o que é isso? Que loucura... sofrimento... desespero!
Guerreiro: Então não fica encarando isso, velho.
Bruxa: Recomponha-se, vai. Me diz o que você vê.
Feiticeira: Concentre-se. O que você está vendo exatamente?
Patrulheira: Mas o que {é} isso?
Caçadora: Aguenta aí, ancião! O que você vê?
Mercenário: Não apaga, velho! O que tá rolando?
Monge: Calma. Me diz o que você vê.
Druida: Tá tudo bem, ancião. Eu tô aqui. Continua falando.
Duelista: ElderMadox_DeliCraft_C2_StrDex4
Sombra: ElderMadox_DeliCraft_C2_DexInt4
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Ancião Madox: Parece um tipo de decantador. Ele transforma todo tipo de horror em uma espécie de... essência. Eu consigo ver emoções... girando no líquido.
Guerreiro: Emoções líquidas? Hmm. Eu encontrei algo parecido nos demônios da névoa.
Bruxa: Hmm. Eu tirei algo parecido do cadáver de um demônio da névoa.
Feiticeira: Talvez isso explique o que eu encontrei antes. É um líquido semelhante ao que você falou.
Patrulheira: Agora que você falou, eu já encontrei algo parecido.
Caçadora: Eu já encontrei esse líquido estranho. Será que é a mesma coisa?
Mercenário: Por incrível que pareça, eu sei do que você tá falando. Já encontrei isso.
Monge: Hmm. Quando enfrentei os demônios da névoa, encontrei algo parecido.
Druida: Ah, é? Acho que encontrei exatamente a mesma coisa depois que enfrentei os demônios da névoa.
Duelista: ElderMadox_DeliCraft_D2=EmotionsGrabbed_StrDex4
Sombra: ElderMadox_DeliCraft_D2=EmotionsGrabbed_DexInt4
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Guerreiro: O quê? Você {realmente} devia parar de encarar isso...
Bruxa: Olha, velhote, se você acha que está {vendo} emoções, talvez já não tenha mais jeito.
Feiticeira: Acho que esse decantador mexeu com a sua cabeça.
Patrulheira: Você consegue {ver} emoções?
Caçadora: Eu... não entendo...
Mercenário: Isso me lembra minha última ida a um fumódromo de ópio.
Monge: Não sei se entendi.
Druida: Você não tá falando lé com cré.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Que... interessante. Tive uma ideia. Pegue isso e vá até o decantador.
Ancião Madox: Os demônios da névoa que você enfrentou largaram algo parecido... Tive uma ideia. Pegue isso e vá até o decantador.
Ancião Madox on Decantador da Loucura /1
Ancião Madox: Coloque o amuleto lá. Vai.
Ancião Madox on Decantador da Loucura /1
Ancião Madox: Agora... despeje as emoções destiladas no decantador. Veja o que surge.
Ancião Madox on Decantador da Loucura /4
Voz Estranha: Que bela insanidade... O primeiro foi destilado contra a vontade, mas os outros foram atrás do próprio destino.
Ancião Madox: Cala essa boca, corvo!
Ancião Madox: Hmm. Muito intrigante, de fato. Os líquidos... sumiram. Foram imbuídos no próprio amuleto.
Ancião Madox: Use-o. Vamos ver o que acontece.
Ancião Madox on Decantador da Loucura /1
Ancião Madox: O amuleto revela uma história. Um conto perdido no tempo e no delírio. O desfecho... pode não te agradar.
Ancião Madox on Decantador da Loucura /3
Ancião Madox: Acho que a escolha e a ordem das emoções sejam importantes para a história.
Ancião Madox: Fique de olho nessas "emoções líquidas" dos demônios da névoa. Pode ser que elas nos ajudem na jornada.
Ancião Madox: Agora... preciso te dizer uma coisa. A Coruja das Estepes me mostrou que... a maldição do corvo está se espalhando.
Ancião Madox on Decantador da Loucura /2
Ancião Madox: Aqui... a maldição dele é mais forte.
Ancião Madox: Vá. Observe. Mas seja forte... e não dê ouvidos às palavras do Corvo Trapaceiro.
Ancião Madox on Comer a Fruta /4
Ancião Madox: Agora, me diz... Como você se sente?
Espoliador: [DNT]
Guerreiro: Tô me sentindo... esquisito.
Sombra: [DNT]
Bruxa: Isso... é... incrível.
Feiticeira: Não sinto nada. Eu deveria sentir algo? Espera... quem é você?
Patrulheira: Eu... não consigo... mexer minhas pernas.
Caçadora: Tô vendo tudo dobrado. Fica parado, velho!
Mercenário: Eita... E eu achando que os fumódromos de ópio de Trarthus eram da pesada...
Druida: Já experimentei uns cogumelos bem esquisitos na vida, mas... isso aqui {é outro nível}.
Duelista: [DNT]
Monge: Eu vejo o Sonhador!
Templário: [DNT]
Ancião Madox: Está... gostando da sensação? Não é o que eu esperava.
Ancião Madox: Sou eu, Madox! Estávamos falando esse tempo todo.
Ancião Madox: Sim, sim. Calma.
Ancião Madox: Essa sensação vai passar... em algum momento. Mas agora, a Coruja das Estepes acha que você já pode ir atrás do corvo. Deixe a loucura dele te guiar.
Ancião Madox on Comer a Fruta /2
Guerreiro: Tô vendo algo. Parece um caminho.
Bruxa: Ora, ora... Eu vejo um caminho! Eu acho.
Feiticeira: Lá está! Um caminho se revela à nossa frente.
Patrulheira: Funcionou. Tô vendo um caminho.
Caçadora: Ih, qual é... Quero ver o corvo tentar se esconder de mim agora.
Mercenário: Veja só... Temos um rastro bem claro pra seguir.
Monge: Estou vendo... um novo caminho adiante.
Druida: É, deu certo. Temos um rastro para seguir.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Ótimo, mas tenha cuidado quando encontrá-lo. Uma fera é mais perigosa quando está encurralada.
Ancião Madox on A Divindade do Trapaceiro /9
Ancião Madox: Nunca questionei como o Corvo Trapaceiro se tornou um deus. Achava que a tribo era a culpada. O menino era um bode expiatório tornado real pelo medo deles. Mas eu esperava que, ao descobrir a verdade por trás da história pudéssemos tentar dialogar com ele.
Patrulheira: Pelo que vi, o Corvo Trapaceiro não é um deus.
Caçadora: O corvo é um mal à parte. Ele me dá um frio na espinha.
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Guerreiro: Ainda não entendi. Como foi que o menino se tornou Tekaru, o Enganador?
Monge: Já descobriu o que precisava? Pode impedir o Corvo Trapaceiro?
Bruxa: Ele não parece do tipo que gosta de dialogar. Nem mesmo sendo um deus. Ou ele é um demônio?
Mercenário: Sempre achei Tangmazu estranho, até mesmo para um deus. Essa "história de origem" só confirma isso.
Feiticeira: Conheço muitas histórias de ascensão divina, mas a do corvo é diferente de todas que já ouvi.
Druida: Será que o corvo é mesmo um deus? Nunca vi ninguém venerá-lo. E olha que já vi gente venerar forças bem sombrias.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Ancião Madox: Existem vários deuses malignos. Nesse ponto, ele não é diferente.
Ancião Madox: Não sei ao certo. Ainda estou tentando entender o que acabou de acontecer.
Ancião Madox: Eu achava que "O Corvo e a Lebre" explicava o início da ascensão dele. Mas como o menino viveu tempo suficiente para ascender, se a escuridão o pegou? Se foi assim que o Corvo Trapaceiro nasceu... Bom, eu nunca ouvi falar de uma criança se tornar um deus.
Guerreiro: Quem nos garante que é o mesmo menino? Eu vi a escuridão indo pra cima dele.
Ancião Madox: Você disse que a escuridão abriu a cabeça do menino?
Feiticeira: Talvez o garoto fosse amaldiçoado mesmo.
Patrulheira: Talvez o Corvo Trapaceiro seja um agente dessa escuridão.
Caçadora: Quem puniu a tribo dele não foi o espírito, mas o corvo. E ele teve a ajuda da escuridão.
Mercenário: Você ainda acha que foi o medo da tribo que o transformou num deus? É tempo demais pra nutrir rancor contra um garoto, amaldiçoado ou não.
Monge: Deuses podem ser criados?
Druida: Na Selva, ideias podem virar deuses. Num piscar de olhos.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Se tivesse sido atacado, o menino teria morrido. A escuridão o poupou.
Bruxa: Ela rasgou a testa dele e despejou algo lá dentro. Algo potente.
Ancião Madox: Nenhuma criança nasce má.
Ancião Madox: Faz sentido. Mas não deve ser só isso.
Ancião Madox: Talvez. Mas por que a escuridão escolheu essa criança?
Ancião Madox: Não... não acho. Parece que a escuridão escolheu o menino.
Ancião Madox: Em que sentido? A centelha divina já transformou homens em deuses.
Ancião Madox: É verdade. Mas eles não podem existir fora da Selva.
Guerreiro: Se a escuridão o transformou em Tekaru, não dá para dizer que ele foi "poupado".
Ancião Madox: Então o menino já era um receptáculo capaz de receber o dom da escuridão.
Feiticeira: Discordo dessa parte. A escuridão o escolheu. Viu o mal que havia nele e o acolheu.
Patrulheira: O que te leva a acreditar nisso?
Caçadora: Boa pergunta. Nunca ouvi dizer que a escuridão fosse tão longe da Selva.
Mercenário: Moleque azarado. Mas crianças melhores já passaram por coisas piores, infelizmente.
Monge: A escuridão deu algo para o garoto. Será que foi a tal "centelha divina"?
Druida: Aff. É aí que você se engana. Podem, sim.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Deve ser solitário viver assim. Ele seria o único da própria espécie.
Bruxa: Será que esse dom é a fonte do poder de Tangmazu?
Ancião Madox: Admito que seja possível que o garoto já tenha sido escolhido.
Ancião Madox: O Corvo Trapaceiro provoca loucura. Não vejo como isso serviria à escuridão.
Ancião Madox: Você tem razão... Será que a lebre estava indo para lá?
Ancião Madox: É, mas isso é diferente. O espírito deveria ter protegido o menino.
Ancião Madox: Não. A escuridão não é da divindade nem da corrupção. É outra coisa...
Ancião Madox: Hmm. Você me deu muito o que pensar. A Coruja das Estepes se calou. Talvez seja melhor a gente não saber disso.
Ancião Madox on Desabafo Delirante /5
Ancião Madox: Não! Não! Eu não vou cortar a garganta deles...
Ancião Madox: São só bebês!
Guerreiro: Aí, senhor... você tá bem?
Bruxa: Isso é alguma brincadeira?
Feiticeira: Do que você está falando?
Patrulheira: Que papo é esse, hein?
Caçadora: Eu não vejo nenhum bebê...
Mercenário: Que foi?
Monge: Você tá bem?
Druida: Que papo é esse?
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: O único julgamento que existe para mim é o do espírito! A Coruja das Estepes vê quem {eu} realmente sou!
Guerreiro: Hmm... acho que não.
Bruxa: Não entendi.
Feiticeira: Ele não me escuta...
Patrulheira: Estranho. É como se eu nem estivesse aqui...
Caçadora: É, o espírito julga a todos nós.
Mercenário: Cara... você ficou maluco?
Monge: Julgamento? Como assim?
Druida: Ele pirou de vez.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox on Apresentação /9
Ancião Madox: O espírito conectou nossos caminhos outra vez.
Ancião Madox: Sou o ancião Madox, dos azmeri do Monte Kriar.
Ancião Madox: A Coruja das Estepes falou comigo. O inimigo dela está de volta. O Corvo Trapaceiro... aquele de muitos nomes e muitas faces.
Guerreiro: Tekaru. Sim... talvez eu tenha algo a ver com isso.
Bruxa: Ah! O deus na névoa... Isso é um tanto constrangedor. Você ficaria bravo se eu dissesse que {talvez} tenha libertado ele?
Feiticeira: Infelizmente, sim. Eu já o vi com meus próprios olhos.
Patrulheira: Sim. Já tive o azar de cruzar com ele.
Caçadora: Me custa dizer, ancião, mas eu mesma vi.
Mercenário: É, bom... Eu, hã... {posso} ter tido alguma coisa a ver com isso.
Monge: Lamento dizer... mas tive parte na libertação dele.
Druida: Sim... a coruja diz a verdade. Fui eu quem libertou o Trapaceiro... pra minha vergonha.
Duelista: ElderMadox_Saved_B2=PlayerFreedTang_StrDex4
Sombra: [DNT]
Templário: ElderMadox_Saved_B2=PlayerFreedTang_StrInt4
Espoliador: ElderMadox_Saved_B2=PlayerFreedTang_Str4
Guerreiro: Já ouvi falar desse ser, "Tekaru". Ele é uma grande ameaça.
Feiticeira: Existem histórias sobre esse corvo. Ele voltou?
Patrulheira: Se o Corvo Trapaceiro tá livre, corremos grande perigo.
Caçadora: O Corvo Trapaceiro? Isso não é bom.
Mercenário: Quem é esse? Algum tipo de charlatão ou coisa assim?
Monge: Já ouvi falar dele por aí. Parece ser uma força considerável.
Druida: Esse é um nome que eu esperava nunca mais ouvir. Se isso for verdade, o mundo corre grande perigo.
Bruxa: E o que isso muda?
Sombra: [DNT]
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Ancião Madox: Melhor eu nem perguntar como. Acho que... era só uma questão de tempo.
Ancião Madox: Verdade.
Ancião Madox: Por favor, ouça minhas palavras!
Ancião Madox: Com a terra sofrendo assim, o poder dele só aumenta. Ele precisa ser parado.
Guerreiro: O que precisa ser feito?
Bruxa: Tudo bem, eu ajudo. O que você precisa?
Feiticeira: Entendi. Como posso ajudar?
Patrulheira: Certo. Mas como?
Caçadora: Farei o possível pra ajudar.
Mercenário: Beleza, tô dentro. Por onde começamos?
Monge: Então vamos pará-lo.
Druida: O que você precisa de mim?
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Sua ajuda seria muito bem-vinda. Estou revisitando a história do Corvo Trapaceiro, "O Corvo e a Lebre". Nem todos os anciões acreditam que seja um relato verdadeiro...
Ancião Madox on Deixar o Monte Kriar /7
Guerreiro: Por que você deixou o Monte Kriar? Tive a impressão de que você pretendia ficar lá.
Bruxa: Você deixou seu posto na montanha. Por que fez isso?
Feiticeira: Você se afastou bastante da sua montanha. Pensei que você passaria o resto dos seus dias lá.
Patrulheira: Você disse que passaria o resto de sua vida observando do pico da montanha. O que fez você sair de lá?
Caçadora: Então você já observou tudo o que precisava no Monte Kriar?
Mercenário: Por que você saiu do Monte Kriar? Achei que fosse ficar lá até bater as botas.
Monge: Quando nos conhecemos, você disse que ficaria no Monte Kriar até morrer. Mas aqui está você.
Druida: Você pretendia morrer naquela sua montanha. Pelo visto, encontrou outro propósito.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Não. Precisavam de mim aqui.
Ancião Madox: Precisavam de mim aqui.
Ancião Madox: Enquanto observava, a Coruja das Estepes me falou do retorno do Corvo Trapaceiro. Dediquei boa parte da vida ao estudo da história dos azmeri. Sei o perigo que ele representa.
Guerreiro: Nobre da sua parte atender a esse chamado, ainda mais depois da perda da sua tribo.
Bruxa: Ah, então é assim que você busca redenção por não salvar sua tribo! Que triste...
Feiticeira: Então foi a Coruja das Estepes que te mandou reagir?
Patrulheira: Então foi a Coruja das Estepes que te pediu pra deixar as observações de lado?
Mercenário: Então você tá aqui seguindo as ordens da coruja?
Duelista: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Caçadora: A Coruja das Estepes foi sábia ao te guiar até aqui.
Monge: Não só aos azmeri, mas a todos nós.
Templário: [DNT]
Druida: E você pretende lidar com essa ameaça.
Sombra: [DNT]
Ancião Madox: Não há nada que alivie a tristeza que carrego.
Ancião Madox: Foi minha escolha vir até aqui, assim como foi minha escolha ficar lá observando.
Ancião Madox: Verdade.
Ancião Madox: Sim... enquanto ainda posso.
Ancião Madox: Olhando para o passado... eu estava distraído demais para impedir o massacre no Monte Kriar. Agora, o que aprendi pode impedir males ainda maiores.
Ancião Madox on O Primeiro Divino /7
Ancião Madox: Você já não tinha me perguntado sobre a Mãe d'Alma? Ela uniu todos nós antes do Grande Incêndio. Ela protegia e inspirava. Nosso povo se afastou dela por motivos que ninguém mais lembra.
Guerreiro: Você ainda pode encontrar respostas pra essas perguntas. Encontramos a Mãe d'Alma.
Bruxa: Na próxima, procure direito. Eu encontrei a Mãe d'Alma e foi bem tranquilo.
Feiticeira: Talvez você se surpreenda, mas eu encontrei a Mãe d'Alma.
Patrulheira: Os motivos podem ter se perdido, mas a alma em si, não.
Caçadora: Bom, ela acabou voltando pras mãos do nosso povo. Ou melhor, pras minhas.
Mercenário: Então se segura, velho, porque fui eu quem a encontrou!
Monge: Parece que não é bem assim.
Druida: Ela ainda pode nos unir de novo.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: O que te faz dizer isso?
Ancião Madox: Como assim?
Ancião Madox: Sinto dizer, mas tenho pouca esperança disso, druida.
Patrulheira: Bom... eu a encontrei.
Monge: A Mãe d'Alma continua existindo. Eu a vi com meus próprios olhos.
Druida: Isso não tem nada a ver com esperança. A Mãe d'Alma é real. Eu a encontrei.
Ancião Madox: O quê? Você está falando bobagem! A Mãe d'Alma não é um objeto, é uma promessa! Você sucumbiu à loucura do corvo?
Guerreiro: Não tô tentando te enganar, ancião. Eu segurei A Mãe d'Alma com minhas próprias mãos.
Bruxa: Ignore a verdade o quanto quiser. Ela é algo real e totalmente palpável.
Feiticeira: Não é loucura. A Mãe d'Alma realmente é um objeto.
Patrulheira: Vai por mim, ela {é} um objeto.
Caçadora: Tô falando sério, ancião. Eu a vi.
Mercenário: Tô dizendo, eu segurei essa maldita coisa nas minhas mãos!
Monge: Estou em perfeito juízo, te garanto.
Druida: Eu também custei a acreditar, mas te juro que... é verdade.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Chega! Meu tempo neste mundo é limitado. Não o encurte ainda mais.
Ancião Madox on A Coruja das Estepes /9
Ancião Madox: A Coruja das Estepes não é nem animal nem deusa. Ela é uma das guardiãs do espírito.
Caçadora: Sim, já vi esses guardiões caçando {rathin} marcadas pelos lúmens do espírito.
Guerreiro: Já vi lúmens muito parecidos com a coruja. São a mesma coisa?
Bruxa: Um deles... Então quem são os outros? Aqueles lúmens que eu vi por aí?
Feiticeira: O que a diferencia dos lúmens que eu já vi? Porque parecem iguais.
Patrulheira: Já vi algo parecido com a sua Coruja das Estepes antes. Esses guardiões são os tais lúmens?
Mercenário: Então é tipo um daqueles lúmens que eu já vi por aí? Porque parece mesmo.
Monge: E os lúmens? Eles e esses "guardiões" são a mesma coisa?
Druida: Quem são esses guardiões? Todos assumem a forma de um lúmen?
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Sim. Os lúmens e os guardiões trabalham juntos para curar esta terra.
Ancião Madox: Os lúmens marcam as criaturas para os guardiões caçarem. Eles funcionam em harmonia, mas não são a mesma coisa.
Ancião Madox: Os guardiões personificam aspectos da vida. A Coruja das Estepes, por exemplo, representa a sabedoria. Nossas ações e crenças determinam qual guardião seguimos. Nós, azmeri, acreditamos no equilíbrio. Enquanto eu observo, há outros mais adequados para agir. Talvez um guerreiro guiado pelo Javali Frenético. Ou um líder guiado pelo Lobo Nobre.
Caçadora: Conheço os guardiões, mas nunca ouvi nenhum deles falar.
Mercenário: Mas ela não é uma coruja falante, é?
Guerreiro: Então você se comunica com esses guardiões?
Bruxa: Mas {como} eles podem oferecer orientação se sequer se comunicam?
Feiticeira: A Coruja das Estepes simboliza a sabedoria... mas não diz nada?
Patrulheira: É um aspecto da vida, mas você diz que a ouve. Como essa Coruja das Estepes fala com você?
Monge: Você fala deles como se fossem guias... mas eles não dizem nada. Como eles transmitem a sabedoria?
Druida: Já lidei com muitos javalis pra não pedir conselho a um deles. Mas tô achando que esses guardiões são mais do que parecem.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Você não vai ouvir as palavras deles até ter viajado bastante com eles. Qual guardião você segue?
Ancião Madox: Só porque você não consegue ouvi-la não significa que ela não possa falar.
Ancião Madox: Sim, mas essa não é a única forma como eles nos orientam.
Ancião Madox: Ah, eles não são mudos. São apenas seletivos quanto ao momento de falar.
Ancião Madox: Ela {é} capaz de falar... quando quer. Às vezes, a maior sabedoria é não dizer nada.
Caçadora: Ainda não escolhi. Como você soube que a Coruja das Estepes era a sua guardiã?
Mercenário: Então você não pode simplesmente... pedir para ela falar comigo?
Bruxa: Quer dizer que essa coruja está apenas fazendo mistério com a gente? Vamos fazer ela chiar.
Feiticeira: Às vezes... mas não sempre. O silêncio parece uma péssima forma de orientação.
Ancião Madox: {Não é assim que funciona! Você não está pronto para as palavras dela.}{Não é assim que funciona! Você não está pronta para as palavras dela.}
Ancião Madox: Como explicar... A Coruja das Estepes me aconselhou por toda a vida, começando de forma sutil. Eram sentimentos, a princípio. Depois, vislumbres da forma dela. Sussurros ao vento. Agora, é uma companhia constante. E quanto menos tempo me resta neste mundo, mais claras se tornam as palavras dela.
Ancião Madox on O Corvo e a Lebre /6
Ancião Madox: Ah... sim, eu posso recitar para você. Já fiz isso muitas vezes. "{Nos picos onde a montanha geme, um bebê foi deixado no gelo que o prende.} {Olhos escuros, cabelo da noite, um corvo por perto observa calado, sem açoite.} {A tribo o acolheu ao calor do lar, deu-lhe leite de corça, mas o frio habitava seu ar.} {Colheitas definharam, rebanhos caíram, o ancião buscou o espírito... mas as respostas sumiram.} {Famintos e loucos, gritaram: 'maldito sinal!' Soltaram uma lebre para um destino sem final.} {O menino correu perdido na escuridão da noite. 'Espírito, abençoa!', mas veio um novo açoite.} {Pesadelos sufocaram, a tribo caiu na loucura, morte desperta sob o chamado da criatura.} {Uma criança é sagrada, nem maior, nem menor. Uma criança nasce do Espírito, seja onde for.}"
Guerreiro: História sinistra... Mas como você sabe que esse menino se tornou... algo muito maior?
Patrulheira: E você acredita que esse garoto se tornou o Corvo Trapaceiro? Como?
Mercenário: Talvez eu não tenha entendido, mas como o menino se tornou Tangmazu?
Duelista: [DNT]
Templário: [DNT]
Bruxa: História interessante, mas qual é a ligação com o "Deus Enevoado"?
Espoliador: [DNT]
Feiticeira: Não entendo. A criança estava amaldiçoada! A tribo fez o que era necessário.
Monge: Essa história não faz sentido. O menino se tornou o corvo. Significa que ele sobreviveu.
Caçadora: É a vingança do espírito contra quem mata crianças. Mas se ele se tornou o corvo, deve ter sobrevivido, não?
Druida: Nunca achei que o espírito fosse tão vingativo. Tem muito mau agouro por aí nas matas...
Sombra: [DNT]
Ancião Madox: Não tenho certeza, mas confio na sabedoria da Coruja das Estepes. E ela me diz que esse menino se tornou o corvo.
Ancião Madox: E eu nunca vou entender como os maraketh foram capazes disso... Hunf. A questão não é essa.
Ancião Madox: Você é inteligente. Por que o espírito puniria a tribo do corvo se o menino sobreviveu?
Ancião Madox: Sim... Sinto que havia outras forças em jogo. Mas a história não as menciona.
Sombra: [DNT]
Ancião Madox: Eu não sou de questionar a vontade do espírito, mas o sofrimento da tribo dele foi além de uma simples justiça. Quem era o garoto? Qual era a maldição da tribo dele? É isso que queremos saber.
Ancião Madox on O Pesadelo /9
Ancião Madox: Você voltou. O que a fruta te mostrou?
Guerreiro: Vi todo mundo que eu conheço... morto. Ele disse que a culpa foi minha.
Bruxa: Ele deu a entender que eu não tenho salvação. Como se isso fosse novidade. Ah, e tinha gente morta. Um monte.
Feiticeira: Aquele demônio... é perverso demais para descrever. Eu me recuso a acreditar no que vi. Era uma espécie de realidade distorcida.
Patrulheira: O corvo... tava na minha cabeça. Ele me fez ver coisas horríveis.
Caçadora: Esse corvo só sabe falar bravatas e culpar os outros.
Mercenário: Muita coisa que é melhor nem comentar.
Monge: Uma série de visões, cada uma pior que a outra.
Druida: Foi uma das piores viagens da minha vida. Havia morte em todo canto.
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Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Entendi. Então não foi uma premonição. Mesmo que pareça haver verdade nas ilusões do corvo, elas não são reais.
Guerreiro: Pera… Tinha outro espelho e um menino nele.
Bruxa: E o menino? Ele era real?
Patrulheira: Eu olhei no espelho dele. Acho que vi o menino da sua história.
Caçadora: O Corvo Trapaceiro tava fitando um menino no espelho.
Mercenário: Truquezinho convincente. Você não acha que nada daquilo era real? E o menino? E a, hã, pilha de ouro?
Monge: Nem tudo era ilusão. Eu vi o menino que você mencionou.
Feiticeira: Sim, eu sei. Mas ele se enganou em uma coisa... Ao fim de seus tormentos, ele me mostrou um menino. Mas não tenho um filho.
Druida: Nem tudo era mentira. Minha Aoife... Eu sei que ela tá morta.
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Ancião Madox: Um filho? Espera...
Ancião Madox: Lamento ouvir isso.
Druida: O menininho no espelho pode muito bem já estar morto também.
Ancião Madox: Você viu o menino? Você foi além do seu reflexo e enxergou o do corvo! Para uma criança inocente se tornar um monstro desses... Essa história não acaba aí.
Guerreiro: Tentei falar com o menino. O espelho estilhaçou e eu peguei isso.
Bruxa: Ele não pode ser de todo ruim. Até me deixou um presente!
Feiticeira: Vamos descobrir a verdade... e ver se isso ajuda.
Patrulheira: Poucas pessoas neste mundo são realmente inocentes. E tinha mais uma coisa. Antes de recobrar os sentidos, peguei isso.
Caçadora: É, deve ser. E acho que encontrei uma pista.
Mercenário: Se o menino era real, então isso também pode ser.
Monge: Enquanto a visão se dissipava, eu peguei isso. Parecia me chamar.
Druida: E o que você acha disso?
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Ancião Madox: Me mostra! Essa é a parte que faltava do espelho? Hmm... Vá até a árvore. Complete o espelho. Encontre o menino e descubra a verdade.
Ancião Madox on Delírio Concluído /11
Ancião Madox: Obrigado. Eu não sei onde eu estava. Você me salvou de pirar de vez.
Patrulheira: Nos encontramos de novo, ancião Madox. Você tá bem?
Monge: É uma honra, ancião. Está em condições de falar?
Bruxa: Você está bem longe das montanhas, ancião. Está perdido?
Mercenário: Admirando a própria sombra, ancião?
Caçadora: Tudo certo, ancião? A observação te trouxe até aqui?
Druida: Não acredito no que vejo. O que te tirou do seu posto nas montanhas?
Guerreiro: Da última vez que te vi... achei que você não ia sobreviver ao frio daquelas montanhas.
Feiticeira: Ancião, você está bem? Por que abandonou sua montanha?
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Guerreiro: Eu não sabia se tava enxergando direito... mas é bom ver você bem.
Bruxa: Parece que salvar pessoas virou minha função agora. E você é o...
Feiticeira: Seria desonroso te deixar naquela situação.
Patrulheira: Em outros tempos, eu teria te deixado lá. Mas agora são tempos estranhos. A gente tem que ajudar quem precisa.
Caçadora: Você parece um ancião azmeri... Mas o que faz tão longe de casa?
Mercenário: Sem querer ofender, senhor, mas o que você {tava} fazendo?
Monge: Fico feliz em saber que você está bem. Mas o que você está fazendo aqui?
Druida: Eu não sei como te salvei, mas ainda bem que deu certo.
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Ancião Madox: Sim, estou. Mas trago más notícias.
Ancião Madox: Quê? Não, claro que não... Me escuta.
Ancião Madox: O espírito conectou nossos caminhos outra vez.
Ancião Madox: Más notícias me trouxeram até aqui.
Ancião Madox: Devo isso a você! Agora...
Ancião Madox: Desonroso... e ainda assim, esperado. Agora, permita-me que me apresente.
Ancião Madox: Com certeza. Agora, permita-me que me apresente.
Ancião Madox: Ah, outra nascida nas montanhas. Saudações.
Ancião Madox: Infelizmente... nada além de tentar fugir. Me escuta...
Ancião Madox: Antes de tudo...
Ancião Madox: Eu também! Agora...
Ancião Madox: Sou o ancião Madox, dos azmeri do Monte Kriar.
Ancião Madox: A Coruja das Estepes falou comigo. O inimigo dela está de volta. O Corvo Trapaceiro... aquele de muitos nomes e muitas faces.
Guerreiro: Tekaru. Sim... talvez eu tenha algo a ver com isso.
Bruxa: Ah! O deus na névoa... Isso é um tanto constrangedor. Você ficaria bravo se eu dissesse que {talvez} tenha libertado ele?
Feiticeira: Infelizmente, sim. Eu já o vi com meus próprios olhos.
Patrulheira: Sim. Já tive o azar de cruzar com ele.
Caçadora: Me custa dizer, ancião, mas eu mesma vi.
Mercenário: É, bom... Eu, hã... {posso} ter tido alguma coisa a ver com isso.
Monge: Lamento dizer... mas tive parte na libertação dele.
Druida: Sim... a coruja diz a verdade. Fui eu quem libertou o Trapaceiro... pra minha vergonha.
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Sombra: [DNT]
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Guerreiro: Já ouvi falar desse ser, "Tekaru". Ele é uma grande ameaça.
Feiticeira: Existem histórias sobre esse corvo. Ele voltou?
Patrulheira: Se o Corvo Trapaceiro tá livre, corremos grande perigo.
Caçadora: O Corvo Trapaceiro? Isso não é bom.
Mercenário: Quem é esse? Algum tipo de charlatão ou coisa assim?
Monge: Já ouvi falar dele por aí. Parece ser uma força considerável.
Druida: Esse é um nome que eu esperava nunca mais ouvir. Se isso for verdade, o mundo corre grande perigo.
Bruxa: E o que isso muda?
Sombra: [DNT]
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Ancião Madox: Melhor eu nem perguntar como. Acho que... era só uma questão de tempo.
Ancião Madox: Verdade.
Ancião Madox: Por favor, ouça minhas palavras!
Ancião Madox: Com a terra sofrendo assim, o poder dele só aumenta. Ele precisa ser parado.
Guerreiro: O que precisa ser feito?
Bruxa: Tudo bem, eu ajudo. O que você precisa?
Feiticeira: Entendi. Como posso ajudar?
Patrulheira: Certo. Mas como?
Caçadora: Farei o possível pra ajudar.
Mercenário: Beleza, tô dentro. Por onde começamos?
Monge: Então vamos pará-lo.
Druida: O que você precisa de mim?
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Sua ajuda seria muito bem-vinda. Estou revisitando a história do Corvo Trapaceiro, "O Corvo e a Lebre". Nem todos os anciões acreditam que seja um relato verdadeiro... Mas eu acredito, porque eu {vi} onde isso aconteceu.
Ancião Madox on Atlas Completo de Delírio /4
Ancião Madox: Precisamos ir até o local original. Lá, eu sei que a Coruja das Estepes vai nos revelar mais.
Guerreiro: Não se preocupe, ancião. Posso ir com você.
Bruxa: Eu {mal posso esperar} para saber o que ele tem a dizer.
Feiticeira: Eu adoraria ouvir o conhecimento dele.
Patrulheira: Beleza, tô dentro.
Caçadora: Então eu aceito a orientação dele.
Mercenário: Uma coruja falante? Isso eu preciso ver.
Monge: Se essa coruja tem conhecimento para compartilhar, vou escutar numa boa.
Druida: Então chegamos a isso, aceitar conselhos de uma coruja vermelha... Mas se ela tiver conhecimento a oferecer, então beleza.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
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Ancião Madox: Você não vai ouvir as palavras dele, mas ainda pode aprender muita coisa com ele.
Mercenário: Droga... Fiquei feliz por um segundo. Ah, fazer o quê. Acho que tô dentro mesmo assim.
Ancião Madox on O Menino /8
Ancião Madox: O que aconteceu com você, garoto?
O Corvo: Eu tava caçando uma lebre... e... e um monstro me viu e ele... ele...
Ancião Madox: Um monstro? Me conta o que você lembra!
O Corvo: Ela me mostrou... como prolongar o sofrimento deles.
Ancião Madox: O quê? Você não está bem, garoto. Mas o espírito ainda pode te salvar.
O Corvo: Seu espírito me levou até o monstro e depois me deixou para morrer.
Ancião Madox: Não, isso não faz sentido. Todas as crianças são sagradas para o espírito!
O Corvo: Você tem certeza absoluta disso?
Ancião Madox on A Fama do Trapaceiro /8
Guerreiro: Os karui o chamam de Tekaru. Pros ezomytas, ele é o Corvo Negro. Tem certeza de que ele é azmeri?
Bruxa: Tangmazu, Tekaru, Corvo Trapaceiro... Prefiro "Deus Enevoado". De qualquer forma, ele é praticamente uma celebridade!
Mercenário: Esse Corvo Trapaceiro vive rodando por aí.
Duelista: [DNT]
Feiticeira: Para os karui, ele é Tekaru. Alguns o conhecem como Tangmazu. Por quê?
Patrulheira: Toda cultura tem o seu próprio trapaceiro?
Caçadora: O Corvo Trapaceiro parece estar em todo lugar agora. Ô criatura sinistra.
Monge: Nunca tinha ouvido falar do seu corvo. Ainda assim, ele é conhecido entre os karui e os azmeri. Quantas culturas o reverenciam como um deus?
Druida: O Corvo Trapaceiro... Agora que tá livre, nem dá pra imaginar o que ele pode aprontar aqui.
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: A Coruja das Estepes acredita que sim.
Ancião Madox: Ele não é o único deus conhecido entre culturas. Os Últimos Filhos recebem a honra que merecem! Mas isso é diferente.
Ancião Madox: Ele já escureceu muitos céus em Wraeclast.
Ancião Madox: No fim, é sempre o mesmo ser com muitos nomes e muitas faces.
Ancião Madox: Sim, jovem. É por isso que tanta gente conta histórias das maracutaias dele.
Ancião Madox: Ele é conhecido por muitas, monge. Mas não diria que seja reverenciado.
Ancião Madox: Em eras passadas, a ira do corvo não conhecia limites de distância.
Guerreiro: Como é que ele conseguia estar em tantos lugares ao mesmo tempo?
Feiticeira: Poético. É por isso que você o chama de corvo?
Patrulheira: Como isso é possível? Como é que ele conseguia estar em tantos lugares?
Caçadora: Sempre achei que algumas dessas histórias eram invenção. Agora... fiquei na dúvida.
Druida: Acho que devemos ser gratos por não haver mais deuses com quem ele possa se deitar.
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: As origens podem se perder com o tempo, mas... a presença dele em tantas histórias {é} estranha.
Ancião Madox: Acho que o nome veio primeiro, ainda quando ele ainda era criança.
Ancião Madox: Não sei como, mas ele cruzou grandes distâncias para espalhar a loucura dele.
Ancião Madox: Hã, sim... bom... existem outras formas de ele nos prejudicar.
Ancião Madox: A fama do Trapaceiro Corvo só mostra o tamanho do perigo que ele representa.
Guerreiro: Será que conseguimos prendê-lo de novo?
Druida: Não poderíamos capturá-lo de novo? Já lidei com presas maiores.
Monge: Sendo assim, o que o diferencia dos seus outros deuses?
Bruxa: Pois é, sempre tem alguma ameaça por aí, eu acho.
Feiticeira: Uma ameaça, talvez... mas não invulnerável. No fim, vamos triunfar.
Patrulheira: A gente já sabe que aprisioná-lo não adianta. Isso exige uma solução mais... {permanente}.
Caçadora: O espírito tá do nosso lado. Não tem como dar errado.
Mercenário: Parece que chegou a hora de mandá-lo pra cova.
Duelista: [DNT]
Sombra: [DNT]
Templário: [DNT]
Espoliador: [DNT]
Ancião Madox: Acho que ele não vai cair nesse tipo de armadilha novamente.
Ancião Madox: Alguns deuses são misericordiosos. Ele não é capaz disso.
Ancião Madox: Verdade.
Ancião Madox: Não podemos fracassar. O corvo não se contenta em torturar apenas os fracos. Ele colocou deuses uns contra os outros. Detê-lo seria uma grande bênção para este mundo.
Ancião Madox on Os Primeiros Filhos /1
Ancião Madox: É hora da historinha, é? Ugh. Os Primeiros Filhos foram enviados a nós para proteção. Mas só deram dor de cabeça. Foram banidos para os ermos, mesmo em meio às cinzas e à fome. Trágico. Mas o povo da montanha sempre teve orgulho dos {Últimos} Filhos.
Ancião Madox on Hesitação /1
Ancião Madox: Eu vi o que estava por vir. A Lança Desgarrada e seu povo... Eles se desviaram do espírito. Cederam às promessas da cobra. Eu deveria ter agido, mas não o fiz. E agora, observo... sozinho.
Ancião Madox on Apresentação /1
Ancião Madox: Sou o ancião Madox. Aqui... sinto o frio cortante do vento... ... enquanto lamento nossas perdas. A Coruja das Estepes te abençoa, e o espírito aquieta-se. Tenho pouco tempo neste mundo, e estou na minha última jornada. Daqui, vou observar o inverno atravessar três semanas de noite. Depois, vou me juntar à sabedoria das corujas que vieram antes de mim. Antes de partir... tenho um presente para você.
Ancião Madox: Sou o ancião Madox. Você silenciou a Lança Desgarrada, e isso acalmou o espírito. Aqui... sinto o frio cortante do vento... ... enquanto lamento nossas perdas. A Coruja das Estepes te abençoa, e o espírito aquieta-se. Tenho pouco tempo neste mundo, e estou na minha última jornada. Daqui, vou observar o inverno atravessar três semanas de noite. Depois, vou me juntar à sabedoria das corujas que vieram antes de mim. Antes de partir... tenho um presente para você.
Ancião Madox on Os Últimos Filhos /1
Ancião Madox: Solari, Lunari e Viridi, claro. Sei que você os conhece! Como não? Solari e Lunari estão bem ali, no céu, e Viridi debaixo dos seus pés! Você debocha de um velho. Não fale comigo.
Ancião Madox on A Mãe da Alma /1
Ancião Madox: A Mãe da Alma era esperança. A vontade de seguir adiante a qualquer custo. Não importa o sacrifício. Não importam as {consequências}... O povo da montanha cortou laços com a Mãe da Alma há muito tempo. Não sabemos o motivo, apenas que aconteceu. Talvez só os Primeiros Filhos ainda se lembrem dessas coisas.
Ancião Madox on A Cobra /1
Ancião Madox: O espírito é tudo. O espírito é o mundo e a gente... mas a cobra está só. A cobra sussurra. Mente. Manipula. Sempre foi assim, desde o tempo da Mãe da Alma. E agora fala como se fosse o próprio espírito, mas não é, levando os tolos à ruína.
Ancião Madox on Observação /1
Ancião Madox: É minha escolha. Minha decisão. Perdi muito. Num único vacilo, deixei minha tribo mergulhar em sofrimento. Então agora... eu observo. Não como penitência nem por perdão. Apenas... observo.
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